Publicado por: Lourival Dias | 10/09/2020

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Olá pessoal! Tudo bem com vocês? A Aventura de The Rise of Tiamat (D&D 5e) agora é transmitida pelo YouTube. Além disso, participo da mesa do meu amigo Daniel em uma aventura de D&D 3.5, O Baú dos Segredos. Veja abaixo as nossas primeiras sessões (desculpem-nos, mas ainda somos noob nessa nova forma de vídeos).

Publicado por: Lourival Dias | 25/08/2020

The Rise of Tiamat – Reporte de Sessão 3 (D&D 5e)

Os aventureiros, após o combate com o troll, entraram na cabana. Perceberam algum movimento para dentro da construção. Ainda assim seguiram, com muita calma. Exploraram todo o primeiro andar, inclusive quartos e salas que já tinham estado há cerca de 10 dias. A sala com troféus de caça, a área com a grande tapeçaria que Fharion reconheceu como um portal e da armadura negra que emanava trama, além da cozinha onde chegaram a fazer uma refeição quando se passaram por cultistas.

Desceram as escadas da cozinha. Chegaram a um porão, aparentemente algo como uma adega, uma câmara úmida onde três prisioneiros se encontravam mortos de inanição há pelo menos sete dias.

Voltaram para a cozinha e dali subiram para o 2ª andar. Rumando para o salão onde tinham conversado com Talis da outra vez.

Foi aí que começou a confusão. Tudo foi muito rápido.

Kurodo foi na frente do grupo, como não percebeu nada, foi surpreendido por um cultista que investiu em sua direção, saindo de um quarto e o acertou com sua cimitarra.

Outros dois cultistas saíram de uma sala atrás deles e logo partiram para a peleja.

A porta ao sul de onde estavam se abriu, revelando outros cultistas além de Talis. Dentro do salão de reuniões da cultista havia um veterano de alto escalão atacando os invasores com sua besta pesada.

Como podiam ver o andar de baixo perceberam outros cultistas, na verdade garras do dragão, entrando correndo na cabana. Fharion os recebeu com uma bola de fogo que explodiu bem no meio dos atacantes.

Talis, atacava com uma varinha mágica que soltava raios de gelo. Yulla foi o mais impactado, partes de seu braço e peitoral ficaram petrificados com gelo.

Enquanto isso, o guerreiro atacava os adoradores de Tiamat com sua espada, enquanto Rebelk, o clérigo, distribuía bençãos e curas. Kurodo conseguiu chegar até o cultista com a besta e de modo bastante veloz apareceu em vários lugares, confundido o atacante e acabando por matá-lo.

Talis tentou fugir, mesmo sobre os ataques dos outros aventureiros e gritou: “Horror!”. Ashtor correu pra baixo, pelas escadas, para parar o avanço dos garras do dragão.

Foi aí que viram uma das cena mais hediondas, se não a mais hedionda, de suas vidas. Uma criatura humanoide conhecida, adentrava a cabana. Diante dos aventureiros estava Rezmir, a meio-dragão, morta em Naerytar, mas de alguma forma renascida. Porém apesar de estar em pé diante deles, não tinha pele, seu corpo estava em carne viva, vermelho e cheio de placas de sangue coagulado espalhadas. O que levava a crer que era ela eram as vestimentas púrpuras, a voz rouca característica, e o rosto com um focinho pronunciado. Ela e os outros guarras gritavam durante o ataque: “Os dragões se levantam! Vocês não podem nos parar!”.

Fharion soltou mais uma bola de fogo de sua varinha, mas utilizando círculos mágicos superiores. Por conta dessa força mágica a bola de fogo explodiu no meio do hall de entrada e iniciou um incêndio pelas paredes daquele salão.

Logo em seguida surgiu a armadura negra que haviam visto na sala da tapeçaria-portal, ela levantou voo e veio parar na frente de Ashtor que teve que aguentar as investidas tanto de cultistas quanto daquele constructo.

Talis, já muito ferida, foi finalmente parada por um golpe de Yulla que a deixou inconsciente e jogada no chão. Para impedir que ela morresse Rebelk a estabilizou.

Kurodo pulou em cima da cabeça de Rezmir enquanto ela corria na direção de Ashtor que estava com a máscara do dragão negro. Ele foi a combatendo, até que Ashtor terminou o serviço, mas ainda assim estava lutando com a armadura.

Fharion conseguiu destruir as várias defesas mágicas que sustentavam a armadura até que finalmente conseguiu dissipar toda a magia maléfica que fazia com que aquela armadura se tornasse animada.

No fim, todos os inimigos estavam mortos, com exceção de Talis que se encontrava inconsciente e da cabana que estava pegando fogo.

O interrogatório de Talis se dará na próxima sessão.

Publicado por: Lourival Dias | 20/08/2020

The Rise of Tiamat – Reporte de Sessão 2 (D&D 5e)

Kurodo seguiu, furtivamente, a comitiva de Melandrach até seus aposentos. Ficou atrás da porta quando percebeu uma presença atrás de si. Era Dellan Winterhound, o guardião, representante do Enclave Esmeralda.

Ambos escutaram Melandrach falar para alguém: “Eles chegaram na cidade. Vai ser um empecilho, mas nada que não possamos contornar. Será fácil reconhece-los. Assim que possível dê um jeito neles. Diga a ela que a máscara está com eles”

Após escutarem isso foram para os aposentos de Leosin, onde os outros estavam e conversaram melhor.

Delan falou que ele também estava investigando Melandrach. Foi informado por outros membros do Enclave Esmeralda que várias incursões dracônicas estavam ocorrendo na Floresta Nebulosa, possivelmente do Culto do Dragão, lá era o reinado de Melandrach. Delan não citou nada durante o Conselho, esperando que o Rei elfo se pronunciasse, como não fez isso levantou ainda mais as suas suspeitas. Até o príncipe Alagarthas, seu filho, acreditava que mais ataques do Culto seriam iminentes. Só Melandrach que parecia não se preocupar quanto a isso de qualquer maneira. Para Delan, ainda, possivelmente existiria um Orador da Anciã naquelas terras ao sul de Waterdeep.

Enquanto falavam alguém bateu à porta dos aposentos. Era um emissário do Lorde Neverember que mandara informar que eles tinham uma reunião marcada dali há cinco dias.

Como tinham alguns dias “livres” para ficar e explorar Waterdeep aproveitaram para por em prática uma ideia que há muito estavam especulando: abrir uma loja na cidade. Pesquisaram um local entre as tavernas que estavam à venda ou sem funcionamento. Encontraram um local de três andares, sendo que poderia servir de loja, taverna e hospedaria. Puseram-se em ação para colocar o negócio em atividade.

Fharion aproveitou para aprender magias, assim como Kurodo, que acompanhou seu amigo para também aprender algo. Yulla saiu para procurar alguns itens maravilhosos para comprar. Rebelk aproveitou para orar e curar as pessoas que por ventura continuavam feridas devido ao evento da Golden Shower. Ashtor foi até um ludos e decidiu aproveitar para por em prova suas habilidades, lutou contra Dísmon, um cavaleiro que sua família foi desonrada, este fora derrotado rapidamente.

Finalmente chegou o dia da reunião com Neverember. Estavam presentes, além dos aventureiros, Leosin, Dala e Delan.

Neverember iniciou sua fala apresentando as armaduras de dragão que ficaram prontas antes do tempo e pela metade do preço, graças aos esforços do lorde em enviar armeiros para auxiliar na confecção dessas. Informou que os exércitos estavam de prontidão nas principais cidades da Costa da Espada. Falou que haveriam novos Conselhos para julgar sobre as ações do Culto e eles eram bem-vindos.

Lhes concedeu um modo de locomoção mais rápida: através de portais espalhados por várias cidades daquela região. Inclusive lhes deu um pergaminho com permissão e com as senhas para utilização desses portais, além de ter mostrado um mapa com a localização dos portais e também de alguns possíveis próximos objetivos.

E Neverember lhes ofertou itens maravilhosos de seu próprio arsenal. Abaixo estão listados o que cada um de nossos heróis recebeu:

Fharion: Anel Aríete

Rebelk: Colar de Contas de Oração

Yulla: Matadora de Dragões

Gisgroda: Maça da Destruição

Ashtor: Braceletes de Defesa

Kurodo: Buraco Portátil

Também ofertou para o grupo como um todo seis poções de cura e pedras mensageiras.

Durante essa reunião ficou sabendo sobre Melandrach, mas achou bastante prudente o conselho de Kurodo que disse que era melhor manter as aparências diante do Rei élfico.

Assim, os aventureiros se despediram e partiram para o próximo passo, aquele que acharam mais prudente. Ir até onde estava Talis, em sua cabana nas Montanhas do Pico Cinzento.

Entraram em um portal localizado em uma das grandes salas do Castelo de Waterdeep e saíram em um ambiente pedregoso, característico daquela região montanhosa. As primeiras horas de viagem foram bastante tranquilas, mas logo apareceram Bugbears com o objetivo de roubar o grupo. Eram vários, mas muitos foram reduzidos à cinzas pelas bolas de fogo de Fharion! Os outros heróis partiram pra cima dos ladrões atacando com suas pistolas, tridente ou espadas. O clérigo, orando e falando em línguas, distribuía bençãos para todos!

A viagem seguiu, e quando a noite chegava não tinham problemas para dormir, pois o mago produzia uma cabana para passarem a noite.

No início do terceiro dia de viagem chegaram até a cabana de Talis. Perceberam que havia pouco movimento por ali, as trilhas e rastros de passos ou de carroças, bastante comuns ali, já não existiam mais. Logo uma criatura estranha irrompeu da lateral da cabana e foi em direção dos exploradores. Parecia um troll, com quatro braços. Apesar do receio o combate transcorreu normalmente e logo derrotaram a criatura. Após sua morte, seguiram, entraram na cabana.

O que será que os espera ali dentro?

Publicado por: Lourival Dias | 17/08/2020

Ideias de aventuras #1 – Miconides

Nessa nova seção do blog. Postarei pequenas ideias de aventuras e até de campanhas. Espero que auxilie para dar alguma ideia quando estiver passando por uma “escassez mental”, o que é até certo modo comum quando se tem um trabalho mental grande.

E para o primeiro post a ideia é…

Uma vila de Greenhope, afastada de grandes centros urbanos, segue sua vida normalmente, após uma grande tempestade, que durou a noite toda, pela manhã a vila toda está assolada por fungos!

As ruas, as casas com suas paredes e telhados todos cobertos por corpos de frutificação que estão continuamente se expandido. É possível ver os fungos se reproduzindo e crescendo. São tantos que é quase impossível andar sem esmagar tais seres. Como se não bastasse a presença dessas criaturas eles conversam.

Não é uma conversa propriamente dita, mas sussurros de algo que não conseguimos escutar plenamente.

Vez ou outra os personagens devem fazer algum teste de vontade para não cair na tentação de se matarem, as vozes, caso sejam percebidas mais atentamente passam a dialogar de modo hediondo com aqueles que as percebem e dessa conversa surge no íntimo do coração uma vontade terrível de pôr fim à própria vida.

E de onde vem esses fungos?

A partir de esporos lançados ao ar por um grupo de Miconides (em inglês Myconid) que espreitam a vila, estes, de acordo com a vontade do Mestre, podem estar sendo controlados por um mago que busca destruir a cidade em busca de uma gema profana ou mesmo testar suas novas habilidades de controle mental, uma vez que originalmente esses monstros rejeitam a violência.

Os Myconids aparecem no Monster Manual II v.3.5, Monster Manual II 4ª edição e no Monster Manual 5ª edição de Dungeons & Dragons, de modo que podem ser usados nesses sistemas, dependendo de onde você mestra.

Espero que tenham gostado dessa ideia para seu jogo.

Até!

Publicado por: Lourival Dias | 14/08/2020

The Rise of Tiamat – Reporte de Sessão 1 (D&D 5e)

Os aventureiros estavam estupefatos com toda aquela movimentação. A comunicação com uma alma de gigante que controla um castelo voador, uma sala de controle cheia de joias, um dragão que alça voo enquanto o castelo é chacoalhado por causa de uma tormenta feita pela alma gigante que controla o próprio castelo, a enorme quantidade de tesouro que caia lá embaixo na cidade, junto com kobolds, cultistas e outras criaturas.

Resolveram deixar o castelo, após, claro, passar pela caverna do tesouro e pegar o que porventura ainda estivesse por ali. Lá fora a cidade estava em polvorosa, todos gritavam por conta de tudo aquilo que havia acabado de acontecer e principalmente pelas moedas de ouro que se acumulavam pelas ruas de Waterdeep.

Fora da torre, no pátio principal, viram o gigante da tempestade Blagothkus, o marido da alma gigante aprisionada na torre, aproximando-se, ele gritava “Esclarota!”, parecia preocupado e até chorava.

Logo atrás dele vieram os outros gigantes de rochas, acalmando o que gritava e acabaram conversando ali mesmo. Foi só aí que entenderam o que os gigantes queriam, na verdade foi Blagothkus que ao permitir que Tiamat saísse dos Nove Infernos e viesse para o nosso plano isso faria com que os gigantes se sentissem incomodados e pudessem se mexer em busca do retorno do seu império que há muito ruiu. Os outros dois gigantes, Hulde e Wiglof não estavam gostando desse plano, mas Blagothkus parecia não escutá-los.

Os aventureiros se identificaram não mais como cultistas, mas como exploradores que estavam ali justamente para impedir os planos do Culto do Dragão, o que agradou aos gigantes de pedra. Além disso, perguntaram se existia a possibilidade deles voltarem a se encontrar e ajudarem-se mutuamente.

O gigante Wiglof disse que se caso fosse do interesse voltarem a se encontrar eles deveria ir para o norte de Águas Profundas, em um monte chamado Sar encontrar com o gigante de gelo Harshnag, ele saberia onde e como encontrá-los. Os aventureiros mais versados em história se lembraram de que havia realmente naquela região uma história de um gigante diplomata.

Saíram dali, passaram no covil do dragão, pegaram o máximo que puderam de moedas e gemas que estavam espalhadas pelo chão, uma quantidade digna de um rei e saíram do castelo. Lá fora os guardas da cidade estavam a postos, esperando que algo aterrador saíssem dali, mas foi só os aventureiros saírem e começarem a se explicar para os guardas que o castelo começou a levitar e partir dali para o norte de Faerûn, chamando a atenção de todos.

Enfim, estavam no meio da civilização. Tinham feito um grande feito. E começaram a traçar planos para uma próxima aventura.

Como se os deuses tivessem escutado seus pedidos, um corvo chegou até os aventureiros, pousando a uma dúzia de passos de onde estava, ele se aproximou corajosamente e, mais de perto, foi possível ver um pacote plano amarrado à barriga do animal. O corvo olhou para todos por um breve momento e disse em uma voz bastante familiar: “Olá! Sou Leosin. Por favor usem o presente que está nesta ave para me encontrarem em Waterdeep o mais rápido possível. Usem meu sobrenome”. Quando Kurodo desenrolou o papel, Fharion reconheceu como um pergaminho para teletransporte.

Enquanto discutiam se deveriam usá-lo logo ali no meio da rua ou procurar um local menos movimentado uma mudança repentina no vento trouxe consigo um estranho sentimento de desconforto. A sensação foi semelhante a uma queda de pressão do ar antes de uma tempestade mortal, parecia que ao longe estava acontecendo tremores como de um terremoto. Os aventureiros não foram os únicos a notar isso. A cidade toda ao redor pareceu se tornar extremamente quieta por alguns instantes. Nenhum cão latia, nenhum pássaro cantava, até mesmo os vendedores das ruas ficaram em silêncio. Alguns dos nossos viajantes ficaram nervosos, outros impacientes, foi uma sensação bastante estranha.

Logo resolveram usar o pergaminho e ir até Leosin. Disseram “Erlanthar” e em um piscar de olhos estavam diante do monge que os recebeu e informou que estavam seguros, estavam no Palácio dos Lordes, ali mesmo em Águas Profundas. Leosin os chamou até ali porque dali há três dias aconteceria um Conselho, seria o 1º Conselho de Waterdeep, reunindo uma série de governantes de vários locais da Costa da Espada com o objetivo de traçar estratégias contra as ações do Culto do Dragão.

Leosin Erlanthar

Ele, Leosin, não tinha voz no conselho, mas uma amiga sua sim, Remallia Haventree, ela também era uma Harpista e foi uma das principais organizadoras dessa reunião, pois seu marido, o lorde Arthagast Ulbrinter, Senhor Mascarado de Águas Profundas, foi morto pelo Culto do Dragão e ela pegou a causa de destruir aquela facção para si. Ele e Lady Dala, uma assessora de Remallia Haventree requisitaram uma audiência junto ao conselho e gostaria que os aventureiros também fossem ouvidos, já que estiveram muito próximo do culto. Leosin aproveitou o momento para apresentar o novo companheiro de viagem dos aventureiros, Rebelk Semog, clérigo de Ilmater, que seria de grande ajuda para o grupo, por conta dos perigos que estavam à vista.

Como ainda faltavam três dias para o Conselho de Waterdeep, Leosin os convidou para descansar em seus aposentos no Palácio e que poderiam ficar à vontade para explorar a cidade como bem quisessem.

Fizeram várias coisas na cidade. Foram até uma escola arcana. Fharion aprendeu magias, enquanto Yulla e Kurodo pediram para que um mago pegasse as duas armaduras de dragão azul em Baldur’s Gate com o ferreiro Ihamhadha. O couro utilizado para a produção dessa armadura foi aquele retirado de Langdedrossa. Parecia que uma vida tinha se passado desde o encontro com o meio-dragão nas cavernas do acampamento dos invasores de Greenest.

Aqui e ali, vez por outra, eles percebiam aquela mesma sensação de quando chegaram na metrópole. Era algo muito estranho e inexplicável, mas para o mago aquilo poderia ser explicado por algo mágico, disso ele tinha certeza.

Continuando a andar pela cidade dos esplendores, acharam uma ferraria que poderia confeccionar para eles uma série de armaduras com o couro de dragão negro, nesse caso retirado de Rezmir. Minguh era o responsável do local e iria fazer o possível para entregar a encomenda o mais breve possível.

Retornaram com Leosin no dia do Conselho, ele apresentou Lady Dala, que tinha informações importantes sobre aquela sensação que todos estavam sentindo. Após as devidas apresentações, Lady Dala falou para o grupo que o distúrbio que foi sentido vinha do Draakhorn, um antigo dispositivo cujo soar alerta os dragões por toda Faerûn de que grandes eventos estão se manifestando, ela não sabia dizer realmente o que o som significava, mas os dragões ouvem-no claramente e eventualmente atendem a sua chamada.

Lady Dala

Ela ainda sabia que o Mar de Gelo em Movimento foi a última localização conhecida do Draakhorn, ninguém poderia apontar sua localização atual a partir do som, ou mesmo verificar com certeza que a relíquia ainda está no mar do norte, mas, se fosse o caso, a busca deveria começar por lá. A única pessoa que poderia nos dizer mais sobre o item era uma feiticeira tiefling chamada de Maccath, a Carmesim. Ninguém vivo sabe mais sobre o Draakhorn do que ela, mas a Irmandade Arcana, da qual ela é também membro, não a viu por três anos. Ela estava investigando justamente o Mar do Gelo em Movimento quando desapareceu. Ela iria falar isso para o Conselho.

Quanto à Leosin tinha informações sobre Varran, o branco. Um dos Oradores da Anciã. O cultista detentor da máscara do dragão branco, uma das máscaras do dragão, havia sido visto ao sul, na Ponte Boareskyr, talvez estivesse indo para as Colinas da Serpente por alguma razão.

Após dialogarem mais se encaminharam para a sala do Conselho. Um espaço suntuoso, cômodo, agradável, se não fosse pela ameaça crescente do Culto do Dragão aquele momento seria bem mais agradável.

O Conselho de Waterdeep era formado por representantes de diversas facções de Faerûn e, principalmente, da Costa da Espada. Ao entrarem no salão todos estavam a postos ao redor de uma mesa imensa. Já estavam em uma discussão acalorada.

Os Harpistas eram representados por Remallia Haventree, uma elfa guerreira que estava bastante quieta. Ela foi a principal organizadora do conselho.

Remallia Haventree

A Ordem da Manopla estava representada pelo paladino de Thorm Onthar Frume que, ao olhar o grupo que entrava, ficou bastante feliz em revê-los e bem.

Onthar Frume

O Enclave Esmeralda tinha como representante Dellan Winterhound, um elfo guardião, bem deslocado, desconfortável por estar em um local tão civilizado.

Dellan Winterhound

E, finalmente a Aliança dos Lordes, que como uma confederação tinha vários delegados representando uma série de cidades e reinos.

Lorde Dagult Neverember um nobre humano guerreiro, além de liderar o Conselho, também era Lorde Desmascarado de Águas Profundas e Lorde Protetor de Inverno Remoto.

Dagult Neverember

O embaixador Connerad Brawnanvil era um anão guerreiro filho de Banak Brawnanvil e ex-rei dos Salões de Mithril, estava ali representando os anões da Cidadela Adbar e Cidadela Felbar.

Connerad Brawnanvil

Marechal Ulder Ravengard, humano líder dos Punhos Flamejantes, o poder militar de Baldur’s Gate.

Ulder Ravengard

Taern Hornblade, feiticeiro do trovão representando a Lua Argêntea.

Taern Hornblade

Sir Isteval era outro paladino, exaventureiro e Cavaleiro dos Dragões Púrpura de Cormyr, representante nominal da aliança com Vau da Adaga.

Sir Isteval

Rei Melandrach um elfo silvestre austero, rei da Floresta nebulosa e também representante da Floresta Alta. Sempre argumentando por cautela e que era necessário ter mais informações para se ter a certeza de que o Culto do Dragão estaria novamente em atividade em Faerûn, principalmente na Costa da Espada.

Rei Melandrach

De todos que estavam no conselho o Rei Melandrach era o único que achava que o Culto do Dragão não merecia tanta atenção por parte daquele órgão. Eles não estavam mais agindo em Faerûn há muito tempo.

Três outros estavam indecisos sobre as atividades do conselho, eram eles Marechal Ulder Ravengard, Taern Hornblade e Sir Isteval, mas os delegados das facções dos Harpistas, Ordem da Manopla e Enclave Esmeralda acreditavam realmente que o culto tinha voltado a agir e dessa vez na Costa da Espada.

Remallia Haventree se pronunciou, ela gostaria de escutar o que sua assessora, Lady Dala, tinha para falar. Dala narrou o que sabia sobre o Draakhorn.

Depois foi Leosin que pediu a palavra e falou sobre Varran o anão e sua última localização conhecida.

E então os aventureiros se pronunciaram sobre o que sabiam das atividades do Culto do Dragão. E tudo aquilo, todas aquelas informações, deixavam cada vez mais claro que o Culto realmente estava agindo naquela região de Faerûn, só não via quem não queria ou por outros motivos.

Depois de muita deliberação ficou decidido que, como o grupo de aventureiros já haviam lidado de muito perto com os cultistas, eles deveriam agir na busca de mais informações do culto e se possível definir os próximos passos de ação contra o culto.

O líder do Conselho de Waterdeep, lorde Neverember, propôs que algumas coisas deveriam ser ofertadas aos heróis em contrapartida pela ajuda que prestariam a toda Faerûn, por estar na vanguarda do perigo.

Ele permitiria que magos ensinassem Fharion uma magia que permitisse a ele enviar mensagens a longas distâncias. Iria enviar auxiliares para as forjas de Minguh, permitindo que elas ficassem prontas em um tempo menor. Exércitos ficariam de prontidão em várias cidades da região para o caso de uma ação mais brusca por parte dos cultistas. Lhes concederia um modo de locomoção mais rápida, facilitando assim na busca de informações. E, por fim, para cada um dos aventureiros foi designado um item mágico retirado de seu próprio arsenal.

Ao terminar o conselho os aventureiros se dirigiram para os aposentos cedidos a Leosin. Kurodo, entretanto, saiu e percorreu os corredores do Palácio de Waterdeep seguindo a comitiva do Rei Melandrach, afinal de contas seu comportamento foi muito estranho ao longo da reunião.

Publicado por: Lourival Dias | 14/08/2020

Prelúdio para a Ascensão de Tiamat (The Rise of Tiamat)

(Continuação de Hoard of the Dragon Queen)

Um objetivo grandioso foi alcançado: o imenso tesouro que vocês vislumbraram e que, de alguma forma, seria usado para trazer Tiamat de sua prisão nos Nove Infernos, não chegou ao Poço dos Dragões.

Os aventureiros conseguiram o controle do Castelo Ponta Celeste ao ter carisma suficiente para que a alma da gigante aprisionada ali atendesse aos seus pedidos.

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Os planos do Culto do Dragão parecem ter sido, pelo menos nesse momento, adiados.

Vocês também percebem que conquistaram grande experiência e atingiram um elevado nível de importância, mas com grandes poderes vêm grandes responsabilidades, os perigos que enfrentarão chegam a ameaçar cidades e até mesmo reinos inteiros! Vocês viram e souberam de muita coisa e, além de poder elevado, detiveram importante conhecimento sobre o Culto do Dragão e suas atividades na Costa da Espada.

A Costa da Espada

Diante de dos heróis Waterdeep, também chamada em outras línguas de Águas Profundas, a principal força cosmopolita de Faerûn, é a Cidade dos Esplendores. Ao longe, o Palácio de Águas Profundas se destaca sobre o monte homônimo, e logo à frente o Distrito Sul, Cidade Caravana, é a área de maior movimentação de viajantes e caravaneiros.

waterdeep2

Não demora muito para vocês verem soldados armados, saindo pelo portal à frente e vindos em sua direção. É a Vigília da Cidade, a força policial da metrópole. Eles se destacam no meio da multidão delirante por seus uniformes verdes, pretos e dourados.

Guarda de Waterdeep

O povo está agitado por vários motivos, não bastasse a visão de um castelo voador que pousou ao sul da sua cidade, mas também por conta da chuva de moedas, evento que ficaria conhecido como Chuva D’Ouro (também chamada em outras línguas de ‘Golden Shower’).

Chuva DOuro

Agora os aventureiros se veem dentro da câmara de controle do castelo e lá fora a guarda da cidade se faz presente para entender a situação.

(seguimos para os reportes de sessão)

Publicado por: Lourival Dias | 13/08/2020

Hoard of the Dragon Queen – Reporte de Sessão 15 (D&D 5e)

Estavam explorando o castelo. Era noite. O vento forte tornava o ambiente ainda mais frio. Passaram por um salão em que dois gigantes com a pele semelhante a rochas discutiam. Fharion se mantinha invisível e circulou bastante pelo pátio superior.

Enquanto isso os outros aventureiros ficaram jogando dardos com os ogros que vigiavam aquele pátio. Kurodo também aproveitou para, furtivamente, verificar algumas portas.

Ogro

Fharion encontrou uma torre com ogros fazendo guarda lançou uma magia que fez ecoar naquela área sons de flatulências. Os ogros começaram a discutir quem tinha ou não peidado, ele se aproximou das portas, mas não ouviu nada.

Kurodo encontrou algo que parecia uma porta de gelo. Semelhante a outras espalhadas pelo castelo, mas nunca viu um dispositivo/fechadura tão bem feito que mesmo com suas habilidades não conseguiu abrir.

De repente ouviram um barulho e um vento ainda mais forte vindo da parte anterior do castelo, foi quando viram um dragão branco sobrevoando e realizando um mergulho veloz. Estaria ele chegando até o castelo? Que estranha relação havia entre gigantes e dragões.

Glazhael

Fharion encontrou uma outra torre, mas com a porta de entrada cheia de escombros que caíram da degradada construção, causando obstrução.

Todos continuaram a explorar o castelo. Decidiram adentrar em uma das várias aberturas para dentro do iceberg que parecia formar o centro do castelo. Logo se viram diante de um extenso túnel que dava voltas e voltas. O túnel, gelado, como o resto do castelo, descia, até se depararam com o maior tesouro que eles jamais viram ou pensaram alguma vez existir. Mas logo o vislumbre foi quebrado por uma respiração forte que vinha de algum ponto da caverna que eles não conseguiam ver. Seria o dragão? Provavelmente.

Voltaram por um outro caminho até chegar no primeiro andar. Fharion que continuava invisível passou a se enxergar, a sua magia tinha cabado, teria que tomar mais cuidado a partir de agora.

Continuaram explorando.

No pátio superior entraram em uma torre e, no topo, se depararam com uma vampira. Kurodo conseguiu enganá-la dizendo que estavam procurando um lugar para jogarem. Apesar de achar estranho ela julgou ser verdade e mandou ir embora dali e que ela avisaria Severin e Rath Modar dessa intromissão, isso foi logo depois dela sumonar duas crias vampíricas ao seu lado.

Sandesyl Morgia

Saíram rápido dali e logo depois viram os ogros saindo de suas posições de vigia e perceberam que o dia vinha raiando.

Aproveitaram essa deixa pra entrar na torre que vigiavam. No topo alguns ogros estavam indo dormir também, enquanto em uma cama, abraçado a uma maça estrela, um gigante dormia, e era um gigante da tempestade!

Blagothkus

Após Kurodo e Fharion pilharam dois grandes baús pela sala, Yulla deu a ideia de que a pedra que continha a alma da gigante que controlava o castelo devesse estar com aquele gigante.

Kurodo só achou uma chave bastante diferente, toda ornamentada com pedras preciosas. Usando de toda sua habilidade de ladino a retirou do cinto do gigante.

Quando saíram da torre do gigante, viram dois outros se aproximando do local. Se esconderam em um quarto que estava aberto e as criaturas pararam na porta e começaram a bater e a chamar o gigante que tinham acabado de ver. Ele veio abrir a porta e os chamou para entrar e conversaram. Kurodo escutou um pouco a conversa deles.

Logo pensaram que só havia uma porta que não conseguiram abrir, isso foi quando ao passar por aquela porta a chave começou a vibrar.

Ao pegar a chave a aproximá-la da porta surgiu um buraco de fechadura no gelo que permitia a inserção da mesma. Entraram na torre e trancaram a porta por dentro para evitar qualquer intromissão indesejada.

Subiram as escadas e alcançaram uma sala abobadada cheia de joias e pedras com runas do idioma gigante. Era a sala de controle do castelo!

Fharion percebeu que alguma inteligência estava presente e trabalhava ali, foi quando essa consciência chegou até sua mente e começou a se comunicar.

Era a alma da gigante!

Após muito deliberação decidiram levar o castelo até Waterdeep, ao se aproximar da cidade, realizar o comando Tormenta, criando uma espécie de furacão, sacolejando o castelo e todo o seu conteúdo, derrubando tudo e todos, inclusive o tesouro na cidade dos esplendores, e o pousando próximo da metrópole.

E foi isso realmente o que aconteceu.

Durante a confusão, enquanto se aproximavam do Poço dos Dragões, viram o dragão sair voando para o Norte durante a mudança de curso do castelo.

As moedas que compunham o tesouro caíram lá embaixo na cidade e por suas cercanias. E finalmente haviam conseguido: o tesouro não chegou ao seu destino, os aventureiros tinham pelo menos atrasado os planos de trazer de volta Tiamat dos Nove Infernos.

FIM DA AVENTURA. Nos encontramos na próxima.

Publicado por: Lourival Dias | 13/08/2020

Hoard of the Dragon Queen – Reporte de Sessão 14 (D&D 5e)

Enquanto estavam na sala da armadura negra fosca, uma serva saiu de uma porta, do outro lado do corredor, ia arrumar o banheiro pelo qual tinham acabado de passar, mas logo foi capturada, enfeitiçada, posta para dormir e amarrada. Quando acordou a interrogaram. Ela se chamava Arlaenga, era governanta da propriedade que pertencia ao Lorde Marsten, porém o culto o matou e forçou aos seus três servos a trabalharem ali.

Depois de muito a interrogarem e a ameaçarem resolveram que ela deveria leva-los até Talis e de lá ela e os outros servos estariam livres para ir embora.

Chegaram até a sala de Talis, no segundo andar, e entraram. Talis já estava à espera deles.

Talis

Talis

Talis era amargurada, principalmente por conta de Severin, o líder dos Oradores da Anciã e dos cultistas de modo geral, ter dado a máscara do dragão branco para um anão, por nome Varran, porém ela se achava como a verdadeira merecedora de portar aquela máscara. Chegaram a um acordo. Eles deveriam impedir o tesouro localizado em um castelo ao sul de Parnast. Ela não estava contra o culto, ou mesmo contra Tiamat, só queria atrasar os planos de trazer a deusa dragão dos Nove Infernos, enquanto recuperava a máscara que achava ser sua por direito.

Os aventureiros, que até o momento estavam se passando como cultistas, ficaram o resto do dia e da noite na cabana, descansando, e de lá iriam para Parnast. Teriam que portar um estandarte com as cores de Tiamat e saber a senha correta para entrar no Castelo Ponta Celeste que estava ancorado na parte sul da pequena cidade. Se organizaram e partiram para lá.

A vila possuía algumas dezenas de casas ao redor de uma pequena praça, haviam vários edifícios que foram reconhecidos como a taverna, o estábulo e um santuário. Porém, contrastando com a aldeia rústica, ao longe, mais ao sul, havia um castelo de gelo meio escondido entre uma ravina coberta de névoa.

Parnast

Ainda fizeram uma confusão orquestrada na taverna, mas logo seguiram para o castelo. As paredes se erguiam a 12 metros de altura, enormes torres estreitas destacavam-se – uma de gelo azul e outra se desintegrando – tudo construído em uma escala para gigantes. À frente era possível ver duas grandes estátuas de pé pouco antes do enorme portão.

Golem de Pedra

Entraram, com as carroças que tinham sido entregues por Talis para melhor ajudar no disfarce. Se alojaram e esperaram chegar a noite para explorarem o local. Não demorou muito para perceberem o castelo tremendo e se elevando no ar.

skyreach_castle_01

O Castelo Ponta Celeste alça voo.

Publicado por: Lourival Dias | 13/08/2020

Hoard of the Dragon Queen – Reporte de Sessão 13 (D&D 5e)

Após terem retirado o couro de Rezmir, sim, uma cena bizarra, jogaram os corpos da meio-dragão e de Frulam no fosso, lá embaixo, na lateral do castelo.

Enquanto vasculhavam a sala uma voz chamou Rezmir lá de baixo, da biblioteca. Kurodo, furtivamente, viu que era um elfo, provavelmente Dralmorrer, ele era o regente ou administrador daquele castelo conforme informações que foram pegando com homens-lagarto e com cultistas. Ele queria saber se Rezmir tinha alguma coisa a ver com os bullywugs terem desertado.

Dralmorrer Borngray

Dralmorrer

Fharion imitou a voz de Rezmir magicamente e disse que estava se arrumando, que ele deveria esperar mais um pouco, ela já ia descer.

Decidiram atacar de surpresa, após Kurodo ver que haviam poucos cultistas junto ao elfo. Todos desceram correndo as escadas e logo atacaram. Cultistas morreram. Dralmorrer caiu pelas gargalhadas histéricas lançadas por Fharion, foi amarrado e começaram a interroga-lo, principalmente como usar o portal.

Dralmorrer disse que só Rezmir sabia como fazê-lo. Para ele os personagens eram cultistas rebeldes. Após ser ameaçado começou a gritar por ajuda. Vários cultistas subiram as escadas, mas foram pegos de surpresa foram mortos, deixando muitos aventureiros feridos. Nocautearam Dralmorrer e resolveram ficar descansando no quarto de Rezmir até a noite.

Após descansarem, desceram, exploraram mais um pouco as ruínas do castelo e decidiram partir para o portal. Haviam se lembrado de uma nota na mesa de Rezmir com a palavra que o ativava: “Draezir”, a palavra estava no bilhete: No portal use ‘Draezir’.

Cruzaram com um cultista que estava roubando o tesouro de Tiamat, bem em uma caverna que haviam combatido um cubo gelatinoso.

Chegaram no portal e proferiram a palavra. O clima mudou rapidamente. Pinheiros escuros estão por toda parte das encostas de um vale montanhoso, o ar era frio e fresco. Duas pedras antigas estavam em ambos os lados de vocês, e não mais do que um tiro de arco adiante havia uma cabana grande, com um piso térreo de pedra e de madeira no andar de cima. Outras pedras estavam à vista.

Cabana de Caça

Entraram na cabana.

No hall principal haviam estátuas de Gárgulas. Fharion foi testar se eram verdadeiras e lançou uma fagulha de fogo. Instantaneamente elas atacaram. Só podiam ser mortas por ataques mágicos, mas felizmente conseguiram.

Gárgula

Foi durante esse combate que descobriram mais um segredo de Kurodo. Ele podia lançar magias! Era um charlatão arcano.

Continuaram a explorar a cabana até chegar em uma sala com uma armadura negra e uma tapeçaria grande em uma parede.

Horror de Elmo

A tapeçaria apresentava uma floresta e à frente três cães de caça atacando um javali. Tudo naquela cabana parecia irradiar magia. A trama era forte ali. Tanto que Fharion percebeu que aquilo era um portal.

Em vários objetos o mago sentia a trama envolvida. Seria aquilo tudo uma ilusão?

Publicado por: Lourival Dias | 12/08/2020

Hoard of the Dragon Queen – Reporte de Sessão 12 (D&D 5e)

Pharblex ainda no chão e os personagens negociando sua rendição e a saída de seu séquito do castelo. O bullywug foi solto e aparentemente levou seus seguidores consigo.

Já era madrugada quando saíram das cavernas abaixo do castelo. Continuaram andando por vários quartos, depararam-se com homens-lagartos dormindo aqui e ali.

Em um quarto de uma das torres do castelo foram surpreendidos por aranhas gigantes! Uma visão horrenda e repugnante. Após todas serem derrotadas removeram suas glândulas, na esperança de usar a substância presente ali dentro como veneno.

Aranha Gigante

Em outro quarto, encontraram várias armas e armaduras antigas, dentre elas uma adaga diferente. Fharion, usando de seus conhecimentos arcanos, reconheceu aquela como uma Adaga Dançarina e, aproveitando o ritual, a outra, que foi encontrada sob a escultura de Tiamat na capela, como uma Adaga de Envenenamento.

Seguindo, chegaram até a passagem secreta para o quarto de Rezmir, que havia sido revelada por Pharblex como uma prova de que daria sua palavra e deixaria o castelo. A passagem ficava em um alçapão na biblioteca do castelo.

Ouviram vozes, acharam melhor recuar e descansar um pouco, afinal há muito estavam explorando aquelas ruínas.

Pela manhã voltaram lá e entraram no local, furtivamente. Ainda havia duas vozes ali e os aventureiros escutaram uma história sobre uma tal Talis e que Rezmir deveria seguir para Parnast o mais rápido possível, pois um castelo a estava esperando e que ela tinha que levar a máscara para lá. Surpreenderam Frulam Mondath e Rezmir, a meio-dragão que segurava um item que parecia uma máscara de um dragão negro. Ambas foram mortas.

Delas os nossos heróis recolheram uma alabarda especial (+1), uma espada longa grande e mágica, a espada de Rezmir, com runas entalhadas na sua lateral onde era possível ler o nome “Hazirawn”, e duas insígnias de garras de dragão. Vasculhando pela mesa de Rezmir encontraram vários papeis e uma varinha de Bola de Fogo. Além disso, nos papéis, entre várias notas, estavam as seguintes inscrições:

“A partir do portal seguir para Parnast”

“No portal use ‘Draezir’”

Um conto sobre o “Castelo Celeste e seu fiel guardião gigante”

“Talis, traidora?”

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