Publicado por: Lourival Dias | 19/11/2009

[Reporte de Sessão – 3] Aventura: Antigos Mistérios

Olá pessoal! Aí vai o reporte resumido da Sessão 3 da campanha em Forgotten Realms, que tem a aventura inicial intitulada “Antigos Mistérios”. Espero que gostem!

Sessão 3 – Na Masmorra

“- Então vocês sabem!” Disse o Githzerai, “-Onde está aquele Gythiank?”

Os aventureiros disseram que eles não sabiam de nada e perguntaram se este Gythiank estaria na masmorra.

O githzerai falou que provavelmente sim e que o mesmo tinha roubado um artefato de sua cidade, ele veio com uma irmandade tentar detê-lo.

Daros com seus conhecimentos sobre planos viu que se tratavam de criaturas extraplanares do Limbo.

“-Por onde você entrou?” perguntaram.

“-Ora, pela entrada, sempre esteve aberta, como não sei se estão falando a verdade, estarei de olho em vocês” e dito isto saiu.

Os aventureiros seguiram pelos corredores da masmorra, sorrateiramente, até perceberem que na frente de uma passagem havia uma criatura grande, com cerca de 3 metros de altura, de quatro braços com garras descomunais, com o corpo negro e uma crista branca, bastante horrenda, talvez guardando a passagem.

Após pensar em um plano para atacar foram em direção à sala com as armas em punho e desferiram golpes usando suas armas de distância.

A criatura foi em direção aos aventureiros com velocidade, nenhum dos golpes acertou na criatura.

Após a batalha feroz deram cabo do ser, era um Draegloth. Daros sabia sobre este tipo de ser que surgia de rituais diabólicos dos Drow.

Seguindo por um longo corredor encontraram uma porta fechada, com tochas ao lado e abriram a mesma, sempre com as armas em punho.

Dentro da sala muitos livros, centenas deles, Daros ficou maravilhado com aquilo, no meio da sala, porém, um Doppelganger segurava um papel.

Os aventureiros partiram para o combate direto.

Deram cabo do Doppelganger rapidamente.

Após procurarem pela sala, por cima da mesa encontraram vários pergaminhos.

O pergaminho que o Doppelganger segurava lia-se:

“Ziala, Jilun já me entregou as informações, acabei de tirá-lo do caminho, ele e seus comparsas, eles entraram na masmorra, ela está bem protegida, estarei indo para o oeste, me encontre longe dos elfos e perto do inferno, estarei acima das cabeças.

Edynav”

Vários pergaminhos estavam presentes em cima de uma mesa, cada um dos aventureiros pegou um e leu em voz alta para todos, os pergaminhos diziam, sem ordem a ser percebida por eles:

“E os Sete Poderosos de outrora ousaram recompensar os desgraçados deste ínfimo lugar com sangue e choro e o que antes era bom se tornará desprezível.

Zorobabel, o bardo”

“Ainda há seis, ei de encontrá-los, conto com sua ajuda, tenho outros trabalhos a fazer antes deste momento.

Ziala”

“Achei o primeiro, está em Chult, vamos esperar e ver o que ele vai fazer.

Ziala”

“Um homem trará as informações de Ordulin, já está tudo certo. Mande alguns Doppelgangers para termos certeza de que recebamos os informes, não se preocupe com os espiões, estão seguindo para Cormyr.

Ziala”

“Edynav, preciso que seja firme, corrompa a mente das pobres criaturas, aça o que for necessário.

Ziala”

“E pensar que eu já fui uma dos Sete. Espero que eles não nos dêem muito trabalho. Notícias de Manautor, o anão? E de Grunair, o Bárbaro? Estou mais preocupada com esses dois.

Ziala”

“porque não procurar em Thay?

Ziala”

Após encontrarem 200PO em uma bolsa e um grimório antigo, além de um mapa da masmorra, os aventureiros partiram, vendo que tinha uma outra entrada ao Norte.

Passando em uma sala viram vários corpos em putrefação, entre eles estava Jilun e seus capangas que os aventureiros não tiveram dificuldade em reconhecer apesar das escoriações em suas faces.

Andando mais um pouco entraram em uma sala para ver o que havia nela.

Encontraram com um homem dentro da mesma.

Era Jilun!

Com alguns sussurros os aventureiros se perguntaram o que aquilo poderia ser? Viram Jilun morto há pouco.

Mas pensando bem aquilo poderia ser obra de Doppelganger.

Após um pouco de conversa para despistar os aventureiros o Doppelganger se transformou em sua forma original e chamou outros, gritando para a sala que ficava à frente.

Com doppelgangers flanqueando o grupo, ficou difícil ter um controle melhor da batalha, mas felizmente conseguiram matar dois e prender um.

Interrogaram-no.

O Doppelganger falou que eles eram como mensageiros de Edynav e que ele prometeu para eles o Anauroch, que fora antes terra de seus antepassados.

Daros com seus conhecimentos de história percebeu que não era verdade o que aquela criatura falava sobre seus antepassados, mas olhando em seus olhos era realmente o que aquele ser pensava.

Após matarem o Doppelganger seguiram para a saída.

Agora a masmorra se transformara em uma caverna natural, com um platô, por onde caminhavam e à direita um enorme paredão rochoso e à esquerda um grande fosso sem perspectiva de fim.

Após uma longa caminhada conseguiram sair da masmorra através de uma passagem parecida com uma gruta.

O sol já estava se pondo e o tom avermelhado do mesmo dava o ar de tristeza e desolação típicos dos desertos.

Emok, Daros e Emerus já haviam dito que deveriam ir para o Oeste, tentar encontrar Edynav no ponto em que ele pretendia encontrar-se com Ziala.

Nesse momento, quatro seres surgiram em sua direção, metade homem, metade escorpião, portando longas lanças e colocando-as na direção dos aventureiros indagaram o que eles estavam fazendo ali.

Estes disseram que estavam apenas perdidos.

Os homens-escorpião falaram que iam ter que levá-los até o seu chefe-shamã da tribo, pois se saíram por ali boa coisa não fizeram na masmorra de Edynav.

Então, caminharam. Foram escoltados para o Norte, dois homens-escorpião de cada lado da comitiva, até que os aventureiros pensaram e resolveram atacar.

Dividiram-se e cada uma das criaturas foram pegas desprevenidas.

O embate terminou com três mortos e um amarrado. Sendo que Yunero, o guerreiro mais forte da caravana, desferiu um golpe mortal que partiu uma das criaturas ao meio, separando sua parte humana de sua quelicerada.

Os aventureiros interrogaram a criatura perguntando qual a ligação deles com Edynav.

A criatura disse que Edynav havia prometido a eles, que se jurassem obediência, daria a terra que um dia foi de seus ancestrais, o Anauroch.

Daros então pensou que Edynav estava prometendo demais.

Decidiram soltar a criatura, pois era mais uma vítima dos planos de Edynav.

A criatura estava tão abatida que ficou ali deitada imóvel na areia.

Como a noite havia caído, rumaram um pouco para o Oeste, seguindo as lágrimas de Selûne*, e procurando encontraram um lugar para descansar e quem sabe fazer uma fogueira, pois o vento e o frio da noite do Anauroch estavam chegando. Felizmente encontraram uma reentrância em uma pedra na qual ficaram para passar a noite.

Assim se deu o fim do 7º dia de viagem.

Aguardem o próximo episódio.

* As lágrimas de Selûne, em Forgotten Realms, são as estrelas no céu.

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Responses

  1. AEEEEE! Olha lá. ''O embate terminou com três mortos e um amarrado. Sendo que Yunero, o mais forte da caravana, desferiu um golpe mortal que partiu uma das criaturas ao meio, separando sua parte humana de sua quelicerada.'' Agora sim eu vi açao! xD

  2. Pode crer!Muito bom o post!Agora…yunero, o guerreiro mais forte?dificio acreditar em.asuhuasuaususauuashuasxD

  3. Erasss.. ninguem fala de mim não?Não gostei, meu nome nem é sitado! kkk È so Daros daros daros… (ciume)hauhahuahaauhahhahbjs:**

  4. Ah Aline, não é verdade…^^ Nas primeiras sessões vc tem um papel significativo lá tbm… Mas irei me policiar mais =D


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