Publicado por: Lourival Dias | 03/04/2010

[Reporte de Sessão – 8] Aventura: Antigos Mistérios

Nasceu o sol do 13º dia de viagem.

Os aventureiros ainda estavam no deserto do Anauroch.

Os sentimentos de perda do dia anterior vieram à tona pela manhã.

A morte de Emok e de Elle pesava no coração dos viajantes.

Foi Eremes, o ladino, que deu a ideia de dividir seus pertences.

Assim, dividiram o dinheiro e os itens do Agente Harpista e da Paladina.

Seus corpos ainda iam sobre o lombo de um dos cavalos.

Era desejo de todos que eles tivessem um enterro justo.

Conforme iam cavalgando rumo ao oeste as montanhas no horizonte iam se tornando mais visíveis.

Seus picos brancos pelo gelo contrastava com o calor do deserto que os viajantes sentiam.

Perto do meio dia chegaram em uma região bastante pedregosa.

Ao sudoeste várias colinas e montanhas se estendiam.

Ao oeste era possível ver uma charneca com várias florestas próximas.

Ao noroeste mais charnecas se estendiam ao longe.

Próximo dessa região um pouco ao norte eles perceberam uma região sem muitas pedras, como se fosse uma estrada definida.

Arwen percebeu que o tráfego era intenso ali.

Tratava-se das Estradas Negras.

Seguiram por ela.

Chegaram a uma região com vegetação rasteira.

Haviam chegado ao fim do deserto? Tudo indicava que sim.

Cavalgaram mais um pouco até chegar em uma floresta a Oeste, não muito distante do deserto.

Na floresta os aventureiros logo se deitaram na relva, reconfortando-se com a brisa e com a sombra provocada pelas árvores.

Não demorou muito para perceberem que o chão começou a tremer.

O chão ia tremendo mais a cada segundo que passava.

As árvores começaram a tremer.

Foi quando surgiu do chão, com uma grande explosão de pedras para todos os lados um Bullete.

Daros logo percebeu do que se tratava.

Todos ficaram a postos.

O Bullet logo se pôs a confrontá-los. Então, foi de investida para cima deles.

Os ataques do Bullete causavam muito estrago.

A amadura do monstro o protegia da maioria dos golpes. Mas muitos acertaram ele.

Quando já estavam todos esgotados, Yunero, o guerreiro, golpeou o monstro com sua espada ao lado de sua mandíbula, fazendo com que esta se deslocasse criando uma pressão negativa na região da mandíbula fazendo com que puxasse o cérebro para baixo, deixando a caixa craniana vazia. Visível mesmo foi as órbitas oculares ficando sem olhos, pois os mesmos foram internalizados devido à ligação com o cérebro.

Após esta batalha os aventureiros partiam com medo de que outro monstro aparecesse.

Seria perigoso demais enfrentar um destes logo após uma batalha árdua.

Decidiram por ir até a cidade de Ilorkh à Oeste.

Partiram, cavalgando ainda pelas Estradas Negras.

Contornavam a floresta que estavam, seguindo para o sul.

Ficaram entre a floresta e a Chaneca Solitária.

A noite estava quase por cair sobre Faerûn quando apareceu na frente dos aventureiros uma torrente muito forte de fogo.

O fogo se intensificou até formar uma coluna de 12 metros de altura, obstruindo o caminho.

Em uma investida furiosa dessa coluna de fogo Yunero foi jogado ao chão devido a uma pancada.

Daros percebeu que aquilo se tratava de um Elemental do Fogo e que só poderia aparecer ali se fosse invado por algo ou alguém.

Será que foi a mesma pessoa que conjurou o Babau no deserto que despertou esse ser para enfrentá-los?

Decidiram enfrentar o Elemental frente a frente.

Muitos golpes foram feitos contra a criatura, mas esta acertava mais e causava mais dano que os aventureiros podiam suportar.

Após muito tempo de luta os viajantes já aguardavam o fim.

Mas, de repente, o Elemental desapareceu.

Acharam tudo aquilo muito estranho, mas ainda estavam firmes no caminho e na perseguição à Edynav.

Iam mesmo em direção a Ilorkh.

A noite chegou e os aventureiros se encontravam na entrada do vale das Montanhas do Pico Cinzento.

Resolveram montar acampamento ali e seguir por entre as montanhas ao nascer do dia.

Arwen decidiu não mais ficar com o grupo, pois aquilo já não era do seu interesse. Uma luta entre cidades? Não, ela preferia lutar pela natureza. Despediu-se de seus companheiros que a acompanharam até ali e partiu junto com seu lobo.

Com mais este triste fato, ficaram ali, ao relento, esperando pelo nascer do dia, quatro pessoas: Yunero, Daros, Emerus e Eremes, seus cinco cavalos e os dois cadáveres de seus amigos no lombo dos animais.

Assim chegou ao fim o 13º dia de viagem.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Categorias

%d blogueiros gostam disto: