Publicado por: Lourival Dias | 04/06/2010

[Reporte de Sessão – 11] Aventura: Antigos Mistérios

Os aventureiros finalmente chegaram até o pico da colina. O local era plano e com um solo bastante rochoso, com pouca vegetação. Nada perceberam.

Seria mesmo um gigante aquilo que avistara há algum tempo atrás?

Tiveram pouco tempo para reagir.

O gigante vinha correndo do outro lado da colina na direção deles.

Estava com uma clava pronto para atacar. E assim o fez.

o gigante tinha a pele cinzenta cheia de rachaduras o que dava a impressão de ser feita de pedra. Por isso se tratava de um gigante de pedra.

O combate seguiu de forma bastante intensa.

E ocorreu algo que ninguém esperava.

Após uma investida do lobo da Arwen o gigante o atacou com sua clava.

O gigante de pedra girou sua clava no ar acertando o flanco do lobo. Foi possível até mesmo ouvir o barulho de sua coluna se partindo.

O choque fora tão grande que o lobo foi arremessado colina abaixo.

Aquilo foi um choque para Arwen, que não acreditou e nem queria acreditar. E por isso aumentou sua raiva contra aquela criatura.

Foi em disparada em direção ao gigante sem arcar com as conseqüências, com um outro golpe o gigante acertou Arwen, pondo um fim em sua vida.

Enfim, os aventureiros conseguiram derrotar o gigante.

Descansaram um pouco no topo da colina e logo iniciaram sua descida.

Pesarosos com a morte da Druida, a qual enterraram seu corpo onde estavam.

Chegaram ao final da colina com o dia já no final.

Desamarraram os cavalos para que descansassem e montaram acampamento ali mesmo.

E assim chegou ao fim o 19º dia de viagem.

O sol tinha mostrado os seus primeiros raios no horizonte quando Kiffew acordou e começou a selar os cavalos.

Partiram assim que os cavalos estavam prontos.

Agora com a luz do dia era possível ver o rio ao leste que acompanhariam na viagem até o norte e além dele uma floresta de árvores tão altas que se sentiram como miniaturas em um mundo de gigantes. Aquela era a Floresta Alta.

Ao noroeste era possível ver também uma pequena floresta.

Quando já tinham percorrido um grande trecho da planície chegaram em uma região com algumas árvores e um pequeno lago. Naquele instante os aventureiros avistaram, correndo em sua direção, um grupo de quatro ogros gigantes, todos empunhando clavas prontos para uma pilhagem.

Daros, com ódio daquelas criaturas, lançou uma magia que fez com que a vegetação esparsa que por ali se encontrava crescesse e se emaranhasse a ponto de conseguir seguras os ogros onde estavam. Não tinham como escapar dali.

Isso permitiu que os aventureiros apenas atacassem à distância.

Daros lançou outra magia que saiu de suas mão como um raio em direção aos ogros, porém pouco antes de atingi-los o raio se voltou em sua direção e explodiu a alguns metros atrás de si. Foi aí que percebeu que já havia passado por uma situação semelhante quando ainda estavam no deserto do Anauroch. Aquela região era certamente uma região de magia selvagem.

E então alertou os outros conjuradores do grupo para terem cuidado ao lançar suas magias.

Os conjuradores, então, optaram por usar suas armas de ataque à distância, para não prejudicar o grupo com alguma magia lançada naquela região.

Após matarem os ogros, Eremes, o ladino percebeu que eles portavam bolsas, provavelmente eram um grupo de bandidos. Então recolheu todo o conteúdo delas e somando viu que haviam 2600 peças de ouro.

Continuaram a marcha até chegar em uma região cheia de tumbas.

Na verdade eram apenas rochas pouco trabalhadas, mas colocadas em intervalos regulares entre si.

A noite começou a se alastrar sobre Faerûn.

Com a luz gerada pelas tochas e ou magias os aventureiros viam à frente o solo se mexendo.

O solo começou a se expandir para cima e dali surgiram quatro esqueletos gigantes. Pelo formato dos ossos eles deveriam ter pertencido a trolls.

Mais que depressa Emerus, o clérigo, invocando os poderes divinos, expulsou aqueles esqueletos para o mais remoto lugar de onde jamais haveriam de ter saído.

Naquela noite ainda cavalgaram mais para sair daquela região cheia de túmulos e poder chegar a um local melhor para montarem acampamento.

Saíram da região dos túmulos e prontamente montaram acampamento.

O 21º dia de viagem transcorreu sem problema algum. Os aventureiros aproveitaram para marcharem mais rápido para o norte, seguindo o curso do rio à esquerda. Eles passaram por uma serra montanhosa à direita deles o que gerou até um pouco de sombra, o que aliviou o cansaço da viagem.

No 22º dia de viagem os aventureiros já iam perto do final da cadeia montanhosa à oeste quando viram aquela criatura reptiliana sair voando de lá.

A criatura foi chegando cada vez mais perto dos aventureiros e eles puderam visualizar com mais detalhes a criatura. A mesma não tinha olhos, possuía as escamas verdes, duas asas e duas pernas apenas, já dava pra perceber que não se tratava de um dragão. O monstro era enorme e ainda possuía um chifre bastante longo no topo da cabeça e uma boca cheia de dentes no formato da de um crocodilo.

O monstro estava já a uns 40 metros de distância dos aventureiros quando disparou um rajada como um raio, mas não brilhava e tinha um outro raio em espiral que contornava o primeiro, além disso produzia um som abafado, mas que incomodava aos ouvidos.

A rajada atingiu o solo bem no centro do grupo, fazendo com que muitas pedras voassem do chão atingindo a todos os que estavam ao redor.

Os aventureiros não sabiam o que era aquilo, mas se tratava de um Yrthak, uma criatua que possui ataques a base de rajada sônica.

O combate começou com os viajante atacando com armas a distância. Como estava no ar ficava mais difícil de acertar a criatura. Emerus convocou um hipoglifo e Kiffew convocou uma águia gigante para ajudar no combate aéreo.

Após vários golpes a criatura deu um rasante contra os aventureiros e começou a atacar no solo.

Os animais invocados também desceram para o chão.

A criatura atacava com as garras com os dentes afiados e ainda com as asas.

Depois de algum tempo a criatura ainda lançou outra rajada sônica atingindo Emerus no peito. Por alguns minutos o clérigo ficou sem ouvi nada e todos os sons do combate se foram.

Demorou ainda algum tempo, mas finalmente os aventureiros conseguiram destruir a criatura.

Daí, após se curarem, partiram o mais rápido possível daquele local.

No meio da tarde o grupo finalmente chegou até um local em que o rio que estavam seguindo contornava a frente do caminho e seguia para o noroeste. A Floresta Alta findava ali, provavelmente estavam perto do Forte Portão do Inferno. Mais ao norte era possível já ver altas montanhas, provavelmente o local do esconderijo de Edynav.

Os aventureiros estavam perto de finalmente encontrar Edynav? Era possível que sim.

Olhando para cima para a região das montanhas, Eremes, o ladino, percebeu por um leve instante um pequeno brilho, um brilho mínimo na direção do topo das montanhas. Relatou o que vira ao grupo e ficaram se perguntando do que se tratava aquilo.

Como a noite já ia chegando acharam melhor montar acampamento ali, para no outro dia atravessar o rio e iniciar a marcha na direção das montanhas.

E assim chegou a noite do 23º dia de viagem.

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