Publicado por: Lourival Dias | 23/07/2010

[Reporte de Sessão – 14] Aventura: Antigos Mistérios

Rogue Eidolon - A Estátua

Os aventureiros seguiram pelo corredor atrás daquela estátua grande.

Conforme andaram pelo corredor os exploradores começaram a escutar sons vindo à frente, os sons eram formados por grunidos, gritos guturais e barulho feito por correntes.

Chegaram na frente de uma porta e a estátua falou:

– Aqui, atrás dessa porta está Edynav.

Os aventureiros se entreolharam. O Eremes, o ladino, seguiu em frente para ver se não havia alguma armadilha na porta e a abriu.

Quando a porta abriu os aventureiros puderam ver uma grande criatura com uma pele grossa e azul, cheia de espinhos, principalmente nas costas, mãos que terminavam em garras e pés que pareciam patas de elefante. Pelos conhecimentos de Daros ele concluiu que aquilo seria um Braxat.

Braxat

Rodeando os Braxat haviam vários orcs segurando correntes que o prendiam e atrás destes havia um batalhão orc, que ao ver aqueles na porta saiu em disparada na direção deles, prontos para atacar.

A estátua gritou, soltando pequenos risos:

– Ahahaha, ao menos Edynav me dá oportunidades de fazer novas vítimas!

Dito isso se armou para o combate com os aventureiros.

Os primeiros a serem mortos foram os orcs. Principalmente por meio de magia lançadas por Daros.

Depois foi a vez do combate com as criaturas maiores.

A maioria dos aventureiros correu para a sala em que encontraram a estátua, esperando ter mais espaço para o combate.

O Braxat se desprendeu das correntes, tamanha sua força, antes mesmo dos orcs os saltarem, ele desapareceu e reapareceu bem na entrada da porta desta sala.

Quem ficou pra trás foi Eremes, o ladino, e teve que arcar com as conseqüências deste seu ato.

Ele recebeu uma baforada de gelo do Braxat e ainda um efeito mental, sentiu sua mente explodir.

Além disso, a estátua, a qual se tratava de um Rogue Eidolon, lançou um spray de um sangue grosso que saia por entre as runas de sua face. Os respingos de sangue acertaram o ladino quando este estava correndo para onde seus companheiros estavam. O efeito deste sangue foi medo e ao mesmo tempo ódio de seus companheiros, os quais tiveram que se proteger dele, pois Eremes estava agora contra eles. O primeiro a ser atingido pelo ladino foi Daros que atônito achou aquilo muito estranho e não esperava pelo ataque.

Enfim, o ladino foi o que mais sofreu no combate, pois teve vários efeitos mentais, como medo, ódio, explosão mental e confusão, deixando-o aturdido e balbuciando coisas sem sentido.

Emerus, o clérigo, foi obrigado a conjurar um urso negro para ajudar no combate. Mas mesmo assim os exploradores conseguiram destruir todas as criaturas.

Decidiram, então, seguir por um corredor perpendicular ao corredor em que seguiram a estátua, no final do corredor era possível ver luz feita por tochas.

Seguiram e chegaram em um trevo, com três caminhos, o que seguia a frente, um pra direita e outro pra esquerda. Foram pelo caminho da direita e, sorrateiramente, chegaram em uma sala onde estavam orcs. Alguns afiavam espadas em esmeris, outros inspecionavam espadas e as atirava em um monte formado por elas enquanto outros treinavam entre si combate com espadas.

Vendo isto os aventureiros acharam melhor voltar e seguir direto no corredor.

Naga Espiritual

Chegaram em um amplo salão com muitas colunas e uma escada à frente deles, assim que estavam atravessando o salão uma espécie de cobra com a cabeça humana ziguezagueou por entre as colunas e se posicionou na frente deles de costa para a escada sibilando com sua língua, era uma Naga Espiritual.

Desta vez o combate foi rápido, apesar de Emerus ter sido mordido e a naga ter inoculado seu veneno em seu braço, mas a constituição do clérigo não permitiu que o veneno tivesse efeito.

Seguiram em frente, desceram as escadas, sempre com o ladino na frente para detectar as armadilhas que por um acaso poderiam aparecer.

Porém, o ladino não foi capaz de achar uma armadilha e caminharam normalmente por cima dela, até que ela se ativou!

Kiffew, o agente harpista, Yunero, o guerreiro e Daros, o mago, não foram rápidos o suficiente para pular para as beiradas. Um grande fosso se abriu e os três caíram cerca de 21 metros, embaixo do fosse ainda haviam estacas as quais acertaram aqueles que caíram e inoculando veneno de vespas gigantes em seus corpos.

Felizmente, ninguém morreu, mas o dano foi grande. Foi Emerus que desceu por uma corda e resgatou os companheiros.

Depois de todos a salvo e com os devidos socorros feitos pelo clérigo seguiram em frente. Antes de seguirem o clérigo ainda deu uma pancada no solo com sua maça para marcar o local do fosso.

Chegaram novamente em um trevo, com um caminho seguindo à frente e ainda à direita e esquerda.

Seguiram à direita, quando estavam no meio do caminho escutaram algo pegajoso se arrastando. Decidiram voltar e seguir pelo caminho da esquerda.

Seguiram e nenhum barulho, dobraram em um corredor à esquerda e seguiram até uma porta do lado direito, mas o corredor seguia.

Abriram a porta e quatro orcs dormiam na sala sobre algo como palha.

Fecharam a porta bem devagar e sem fazer barulho, seguiram no corredor e dobraram à direita em outro pequeno corredor que dava para uma porta, abriram e estava cheio de palha, mas um cheiro de urina, suor e mofo enchia o local com esse cheiro repugnante.

Então, como estavam cansados, decidiram voltar, matar aqueles orcs que dormiam e ficar naquela sala para descansar.

Assim feito, mataram os orcs, com muito cuidado para não fazer barulho, mas perceberam que da sala saia um pequeno corredor do lado direito, paralelo ao corredor principal, aquele em que haviam um fosso.

Decidiram então explorar aquele corredor. Seguiram durante algum tempo nele até que alcançou o iluminado corredor principal. Então, voltaram até a sala.

Se iriam passar a noite ali teriam que se livrar daqueles corpos de orc e fazer turnos de vigia. Então levaram os corpos até o fosso e os lançaram lá, ao bater no chão o alçapão se abriu e os corpos foram lançados lá em baixo caindo com um baque surdo.

Voltaram até a sala dos orcs e deitaram para descansar, sempre se revezando na guarda do grupo.

Os aventureiros não tinham noção do quanto dormiram e que horário seria aquilo, mas depois de comerem alguma coisa e de prepararem suas magias ou pedirem a proteção dos deuses seguiram pelo pequeno corredor até o corredor principal.

Chegando lá rumaram mais para frente, chegando em um amplo salão, maior do que aquele em que encontraram a naga. Mas não havia portas. Porém, quando entraram neste salão foram surpreendidos por cinco criaturas humanóides, não se sabia ao certo o que eram, estavam trajando armaduras completa de guerra, usavam broqueis com uma grande caveira branca cravada no mesmo e o elmo tinha lateralmente protuberâncias, em punho estavam espadas longas. Toda a armadura, escudo, elmo e arma eram negros. Durante este susto, Eremes, o ladino, lançou seu olho treinado em uma região atrás daqueles guerreiros e estranhamente havia uma fresta embaixo da parede que estava atrás daqueles que os encaravam.

Os guerreiros que encontraram

Os aventureiros pararam pasmos e aquelas criaturas partiram para o combate! O que será que irá acontecer?

Aguardem a próxima aventura!

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Responses

  1. Muito boa, vou procurar as outras.

  2. Proxima mesa eu vou! =) Já vamos começar lutando! uhuuu


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