Publicado por: Lourival Dias | 30/08/2010

[Reporte de Sessão – 5] O Covil dos Kobolds

Os aventureiros seguiram através de uma longa passagem que ecoava o som de um vento a partir da sala do trono do líder dos kobolds para as profundezas da terra. Logo os túneis de pedra delicadamente trabalhada deram lugar a cavernas naturais. Por fim, eles encontraram uma grande caverna silenciosa. Dentro dela, o ar estava estranhamente gélido. No centro da sala havia uma grande poça de água escura e congelada.

O clérigo Gleggor verificou a presença de uma magia muito forte na caverna, aquilo era muito estranho.

Os aventureiros ficaram mais atentos.

Um barulho crescente vinha de trás de uma grande coluna de rocha.

Os exploradores já esperavam o pior.

De repente, por detrás da grande coluna, surgiu uma criatura que eles nunca pensaram em enfrentar.

Um dragão branco jovem!

O dragão chegava próximo de ser reluzente devido ao brilho refletido de suas escamas.

A criatura apareceu voando parou na frente dos aventureiros e com um urro assustador encarou os aventureiros.

Apesar da pouca experiência dos exploradores, estes não se renderam à presença assustadora da criatura e partiram para o ataque.

Eles se espalharam pela caverna a fim de não se tornarem alvos fáceis do sopro do dragão.

Então, os aventureiros começaram o ataque contra o dragão.

O combate sangrento seguiu por um longo tempo.

Felizmente o grupo, apesar de todos os combates anteriores contra os kobolds e outras criaturas, conseguia se esquivar bem dos ataques.

Por um bom tempo ainda achavam que não teriam chance de escapar, mas em meados do combate viram que havia uma esperança, o que fez com que eles atacassem com mais afinco o dragão.

Por fim, o dragão fora derrotado. Um urro de dor saiu da bocarra da criatura, se espalhando pela caverna enquanto a criatura caia já morta no chão frio.

Após a morte do dragão os aventureiros perceberam que até o frio tinha se dissipado mais.

Exploraram a caverna até que encontraram uma arca.

Abriram a arca, enquanto Kantus, um dos ladinos do grupo, preocupava-se em tirar o couro do dragão para vender.

Dentro da arca haviam algumas peças de ouro, as quais logo foram divididas entre si, uma espada e o couro de dragão verde que fora roubado pelos kobolds de Teldortha, o anão armeiro.

Verificaram a espada mais atentamente e perceberam que uma energia necrótica emanava dela!

Então, de posso do cajado mágico (Cajado do Mago de Guerra +1), da espada mágica (Espada longa de drenar vitalidade +1), da arca, do couro de dragão verde e das peças de ouro e gemas que conseguiram encontrar na exploração e do couro de dragão branco, saíram daquela masmorra.

Quando chegaram à frente do que fora o covil dos kobolds os aventureiros viram que ainda estava de tarde. Decidiram então seguir até Queda Escarpada, chegariam lá no início da noite, talvez.

Foram 20 km de caminhada até Queda Escarpada.

Chegando na cidade, agora mais cansados do que nunca, dirigiram-se até a Cervejaria Azul, aonde estavam quando foram contratados pelo anão.

Tinham esperança de encontrá-lo lá e receber a recompensa logo.

Na taverna Cervejaria Azul eles encontraram com o anão armeiro, Teldortha Dente-de-Ferro. Ele estava conversando ainda um pouco pesaroso com outro anão de porte altivo e com a barba um pouco mais brilhante. Quando ele olhou e viu os aventureiros que contratou abriu um largo sorriso e foi ter com eles. O outro anão também foi com ele.

Após a calorosa receptividade e alegria de saber que o seu couro de dragão fora tomado de volta, Teldortha entregou a recompensa aos aventureiros: 100 PO para cada. Kantus ainda negociou o couro do dragão branco com Teldortha que pagou a quantia de 500 PO para ele.

O anão ainda apresentou o segundo e desconhecido anão aos aventureiros.

– Esse aqui é Adrik, grande comerciante amigo meu. Ele está indo para o Vale Elsir, mais especificamente para a cidade de Brindol. Devido aos diversos problemas que podem acontecer durante a viagem, principalmente de ladrões na beira da estrada eu recomendei vocês para seguirem com ele, fazendo a guarda de sua caravana. O que vocês acham? Eu pensei que vocês aceitariam mais este trabalho como aceitaram o meu de por um fim àqueles kobolds e trazer de volta o meu couro de dragão.

Os aventureiros aceitaram prontamente o trabalho.

A partida para o Vale Elsir seria no dia seguinte, então os aventureiros ainda teriam tempo de descansar e de fazer outras coisas importantes na cidade, como ir ao ferreiro, como foi o caso de Crowley, o guerreiro, que foi até o ferreiro pra ver se este não teria interesse na espada. E, como Gleggor, que se dirigiu até o templo da cidade.

O dia seguinte e outra aventura se aproximava, o que será que aguardava os aventureiros à frente? Veremos isso na próxima sessão e na próxima campanha que se inicia: Scales of War (série de aventuras apresentada na Dungeon Magazine).

O Covil dos Kobolds

Até a próxima sessão!

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Responses

  1. Muito legal, deu saudades do malditos kobolds

    • É verdade… é uma aventura pequena, mas muito legal, principalmente por causa das salas/armadilhas…


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