Publicado por: Lourival Dias | 30/09/2010

[Reporte de Sessão – 12] Keep on the Shadowfell – Fortaleza no Pendor das Sombras

Assim que os aventureiros partiram para o combate um guerreiro surgiu da câmara das runas, empunhando uma espada. Uma aura de bondade emanava daquele ser. Os aventureiros, que foram pegos de surpresa, viram que ele não tinha a intenção de atacá-los.

O guerreiro chegou gritando em nome de Pelor para os outros, os quais finalmente tinha encontrado.

O combate não demorou muito.

Os zumbis, como mortos-vivos, não resistiram à imensa quantidade de poder radiante que emanava dos ataques dos aventureiros.

Após o combate os aventureiros quiseram saber um pouco mais a respeito daquele guerreiro que alcançou eles.

………………………..

O histórico de Gadak, o paladino:

Gadak, o paladino, nasceu em Abrigo do Inverno, mas a muito tempo esteve viajando.

Retornou há pouco tempo para a cidadela e começou a ter terríveis pesadelos.

Sonhou certa vez com um poço do qual vários braços negros o seguravam e queriam levá-lo para dentro do poço.

Após saber que várias pessoas na sua cidade também haviam sonhado com isso resolveu ir até o velho sábio da cidadela, Valthrun.

Lá ele soube que um grupo de aventureiros foi até a velha fortaleza ao norte na esperança de derrotar estas ameaças que estavam naquela fortaleza e que começaram a serem notadas nos sonhos das pessoas da cidadela próxima.

Após mais algumas informações, Gadak, seguindo seus preceitos de justiça, foi na direção da fortaleza.

Lá chegando, derrotou um grupo de goblins e hobgoblins que estavam saindo das ruínas e entrou na mesma.

Vasculhando a região encontrou um grupo de aventureiros que iniciavam um combate contra zumbis em uma pequena câmara.

………………………..

Os aventureiros começaram a explorar a câmara em que estavam.

A área além da parede falsa parecia um arsenal. Ela continha duas prateleiras de armas, nas paredes norte e sul, e um pedestal na parede leste com uma armadura arruinada montada sobre ele. Na parede norte, acima da prateleira, havia uma placa de aço com uma inscrição e um elmo de um conjunto de armadura.

Quando yolaws chegou perto para analisar tudo uma voz pesada e retumbante ecoou pela sala e falou:

Um tesouro maravilhoso,

Valorizado por todos, buscado por muitos.

Encontrado tanto na vitória quanto na derrota,

Mas nunca encontrado no fundo de uma arca.

Ele marcha diante de ti como um arauto,

E viverá muito mais do que você.

De que eu falo?

Então, Yolaws falou: – Falas de Honra.

E então a armadura no pedestal começou a brilhar intensamente e se transformou em uma Armadura de Escamas de Ferro Negro. O paladino achou bastante interessante a armadura e acabou ficando com ela. Agatha, a bruxa ainda ajudou o paladino a colocá-la.

Os aventureiros saíram da sala e, antes de descerem as escadas, decidiram seguir pelo corredor ao sul da sala com runas para ver onde este levaria.

Chegaram até uma câmara e viram dez sarcófagos de pedra grandes, cinco em cada parede todos alinhados na cripta. Eles eram construídos em granito e continham a imagens em relevo de combatentes humanos usando armaduras de metal. Para o lado leste, a cripta ficava mais larga e um brilho lúgubre e estrelado emanava de um salão.

Os exploradores começaram a caminhar com bastante cuidado entre os sarcófagos.

Alguns aventureiros perceberam que cada sarcófago estava adornado com uma escrita indecifrável em dracônico.

Apenas Balasar soube reconhecer as palavras.

Estava escrito: “A morte nunca tem fim aqui”

Concluíram que aquilo só poderia significar um presságio.

Quando os aventureiros andaram um pouco mais batidas pesadas e incessantes ecoaram em toda a cripta quando cada um dos sarcófagos abriu suas tampas. Criaturas feitas de ossos que rangiam e estalavam emergiram de suas sepulturas, todas estavam empunhando espadas longas enferrujadas.

Os aventureiros se viram encurralados.

Malak e Gadak criaram uma espécie de escudo, protegendo o grupo, com seus próprios corpos e suas armas.

O combate não demorou muito, visto que a maioria dos esqueletos estavam decrépitos.

Após darem fim aos esqueletos caminharam na direção da câmara à leste.

Uma luz branca e prateada vinda do teto preenchia esta sala. Um domo localizado no teto continha a pintura de um dragão de escamas prateadas, com aparência real e fantástica, voando pelo céu sem fim. Haviam dois altares, um de cada lado, e haviam inscrições elaboradas em sua superfície. Imagens em baixo relevo, representando soldados de armadura ajoelhados em oração, podem ser vistas nas paredes atrás de cada um dos altares.

Gadak, o paladino e Balasar logo reconheceram o dragão como sendo uma representação do deus Bahamut.

As inscrições nos altares diziam:

“O Dragão de Platina é meu rochedo, minha fortaleza e meu libertador. Ele é minha força, meu refúgio e minha armadura contra os inimigos da vida – tudo que preciso fazer é ajoelhar-me e orar com fervor.”

No mesmo momento Balasar se ajoelhou e pediu as bênçãos de seu deus.

A câmara então brilhou intensamente após este ato de Balasar.

Carric vasculhando a área encontrou oito estatuetas de um dragão de platina no altar sul.

Perguntando a Balasar o que seriam aquelas estatuetas este respondeu que eram imagens de Bahamut, as quais poderiam afastar o mal de qualquer lugar, por qualquer um que tivesse as mesmas. Mais do que o valor monetário que elas poderiam conter era o valor intrínseco que elas representavam

Então, cada um dos exploradores pegou uma estatueta.

Após terem descansado brevemente partiram rumo à uma porta que havia à leste.

Eles abriram a porta e então…

Área explorada até o momento pelos aventureiros

Veremos o que acontecerá na próxima sessão.

Até!

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Responses

  1. Lourival! Esqueceu novamente de mostrar no mapa a saleta abaixo do aposento 4! ^^

  2. E então ??!?!?! Abriram a porta e então !?!?!
    Quer mais!
    Pô bem legal o post, muitas idéias surgrem.

    Aproveito esse comentário para convidar a participar do nosso ANIVERSÁRIO PREMIADO:

    http://dragoesdosolnegro.blogspot.com/2010/10/aniversario-dos-dragoes-do-sol-negro.html


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