Publicado por: reignomo | 07/12/2010

[Reporte de Sessão 10] O Império Branco

A vida é bela e por isso deve ser aproveitada. Devido à isso fiquei um tempo alheio às sessões de jogo na minha sala do RRPG. Precisei ir atrás de questões pessoais e precisei parar minha mesa por 1 mês, até tudo se resolver.

Apesar de tudo, volto ao RRPG para continuar a nossa complicada campanha “O Império Branco”!

E desta vez trago o reporte da última sessão jogada para que todos voltem à ambientação a fim de retomarmos nossa aventura!

Estamos na sessão Número 10! (parece que foram 20!)

Na última aventura jogada, há mais de 1 mês , os jogadores foram alertados por Ravin L’Aroc sobre a possibilidade de viagem para Darguun, o reino goblinóide fronteiriço à Breland. Os jogadores estavam na cidade de Sterngate e evitaram maiores estragos na invasão de gnolls portadores de marcas amarelas – faixas, pinturas ou até tatuagens.

Porém, no dia seguinte, um homem que haviam encontrado na taverna durante a comemoração da vitória, procurou os personagens e disse que teria coisas a contar. Marcou um encontro na taverna Sopa Quente, em uma região mais afastada da cidade. Disse que seria mais seguro para tratar de tais assuntos.

Logo que entram na taverna, os jogadores percebem que o local é bem isolado e está na parte da cidade que sofreu com os ataques do gnolls. Ruínas são evidentes e a tempestade começa a cair na noite que inicia.

Logo depois que os aventureiros ficam observando um frequentador da taverna comendo seu jantar, Alurar chega.

Venham, sentem-se.

(Alurar olha pela janela e se senta na cadeira)

Eu chamei vocês aqui porque não vejo mais um local seguro nesta cidade. Ela já foi diferente, mas agora tudo parece conspirar contra todos.

Ah, esperem um momento…

(ele retira uma caixa de couro bem grosso de dentro de sua bolsa e de dentro da caixa retira um pingente envolto em uma flanela vermelha. Ele põe em cima da caixa e esta sobre a mesa. O pingente é uma pedra transparente que parece ter uma névoa rosada em seu interior. Ao redor da pedra, filetes prateados a seguram suspensa da superfície, como um tripé).

Isso é para nossa segurança. Se estivermos em perigo ele irá nos mostrar.

(Ele chega mais perto dos aventureiros e diz:)

Bom, vou direto ao assunto. Não sabem de que eu fujo, vou lhes dizer.

Há muitos dias eu andei percebendo que algumas pessoas nessa cidade estão mantendo contatos com alguns goblinóides de Darguun. Não é um contato fértil, como espera-se, mas parece ser destrutivo para nosso reino.

Como sabem, nosso Rei Boranel está tentando atuar politicamente em Darguun para “humanizá-los”, mas além desse contato pacífico, eu acho que estão acontecendo outros. Alguém de Breland aos poucos está construindo um braço goblinóide dentro de nosso reino.

Esse ataque dos Dalharuk foi um grande feito de Darguun. Se vocês não tivessem atentado a cidade, todos nós provavelmente estaríamos mortos. Vocês mesmos viram a destruição… que horrenda! (ele abre a cortina da janela) vejam…algumas casas inutilizadas por causa do ataque dos Dalharuk. (ele aproveita e olha pela janela em busca de algo, preocupado).

Eu realmente estou muito preocupado com minha segurança e não quero deixar nada acontecer a mim sem eu poder contar tudo a alguém confiável. Estou arriscando a minha vida aqui e quero a ajuda de vocês.

Acho que não há muito tempo, mas vou lhes dizer: Há cinco dias eu vi um homem saindo de uma taverna vestido de um modo não muito corriqueiro. Mas não me atentei para o que ele fazia. Horas depois eu saí para fazer uma compra no lado leste da cidade e vi este mesmo homem conversando com outro em um beco, não muito longe daqui. Quando olhei para este homem, eu vi….

(neste momento Alurar olha para o pingente e ele está ficando vermelho)

Não posso continuar a contar agora, precisamos sair agora! (ele guarda o pingente apressadamente e se levanta).

(Nessa hora uma mulher entra na taverna. Ela está com um manto escuro e o capuz cobre seu rosto. Alguns aventureiros mais atentos percebem trata-se da mesma mulher que apareceu na taverna no dia anterior – veja este reporte).

Alurar chama a atençao de vocês: Escutem bem, saiam daqui o mais rápido que puderem! Me encontrem amanhã ao fim da tarde lá no moinho de Zilargo!

Nos encontramos em outra hora, mas não agora! Vão!

(ele se levanta e sai andando rápido para a porta que leva aos fundos da taverna)

Neste momento a mulher encapusada retira o capuz e todos aventureiros relembram de quem se tratava. Alurar anda apressado para dentro da taverna na tentativa de sair pela porta da adega, que levaria à parte externa da taverna, mas a mulher vai em sua direção. Os jogadores logo planejam um meio de impedí-la e acabam por criar um combate armado.

A mulher fere o monge elfo gravemente com poucos golpes e logo passa por cima dele na tentativa de apanhar Alurar. Os outros aventureiros tentam ir atrás dela, mas ao saírem da taverna um conjunto de capangas lançam virotes de besta nos personagens. Aqueles que estavam dentro da taverna percebem mais outros mercenários entrando pela porta.

A batalha dura alguns instantes, o suficiente para ferir alguns dos personagens, mas o bastante para Alurar e a mulher desaparecerem da vista. Ninguém sabe se Alurar foi pego ou conseguiu fugir, o que restou aos jogadores foi pensar no que ele havia dito e curarem seus ferimentos.

Assim, depois de 1 mês de pausa, retomamos nossa campanha. Será que Alurar está vivo? Será que foi preso ou morto? Os jogadores acabam de perceber que estão sendo inseridos em um jogo traiçoeiro e complexo, mas que os fatos irão falar por si só. Mas para isso, precisamos esperar que eles aconteçam e os jogadores entendam o que se passa. Será que tudo será resolvido? Ou Sterngate tem seus dias contados?

Veremos…. nesta semana iniciam-se os jogos em direção à solução deste mistério.

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Responses

  1. […] começa com o último evento (o reporte deste evento pode ser visto aqui) quando os aventureiros encontraram Alurar na taverna Sopa Quente. Mesmo com a batalha que ocorreu, […]

  2. com que programa vc construiu aquela taverna?


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