Publicado por: Lourival Dias | 24/02/2012

[Reporte de Sessão 2] A Passagem do Orc Morto

Os orcs começaram prontamente o ataque quando o orc maior e, aparentemente o líder daquela garra, deu a ordem em alto e bom som gutural: – Atirem!!!

Ferius partiu sobre seu cavalo avante, na direção dos orcs. Rurik ficou próximo às carroças protegendo a retaguarda. Safir, líder da caravana, sacou sua espada e também foi para frente do combate.

Uma das flechas se cravou no pescoço de um dos anões próximo às carroças o qual morreu na hora.

Ferius e Safir confrontaram em linha os orcs da barricada, que sem poder usarem mais seus arcos puxaram lanças curtas, outros se armaram com pequenas lâminas que não chegavam a ser espadas, e combateram os viajantes.

O combate se estendeu sangrento a ponto de Ferius cair gravemente ferido de seu cavalo. Nesse momento Rurik já havia se aproximado e saltado para dentro da barricada em uma manobra incrível e já lutando contra os orcs usando somente as mãos.

Safir gritou para que um dos anões, que estavam perto das carroças, viessem e ajudassem Ferius. Mas nenhum dos anões pode conter os graves ferimentos e cada vez mais o duelista estava próximo da morte.

Com duros golpes dados por Rurik e Safir os orcs acabaram sendo mortos.

Safir pode conter os danos de Ferius usando uma das poções de cura que vieram com a caravana.

Após estarem recompostos seguiram caminho. Mas não demorou muito quando viram uma nova barricada.

Ferius teve a excelente ideia de criar algo como um “coquetel molotov” usando cerveja anã, garrafas de barro e corda, além de outras misturas que Ferius tinha em sua mochila de viagem.

A ideia seria explodir os prováveis orcs que estariam na barricada.

Então procederam da seguinte forma: a caravana seguiu em fila indiana, tentando fazer o mínimo de barulho possível, Ferius seguia atrás carregado com três das bombas caseiras feitas pelo duelista.

Nada surgiu da barricada. Quando a caravana passou pelas pedras, Ferius foi ver o que havia na barricada, mas o local estava vazio.

Avançaram pela Passagem.

Mais à frente, novamente, uma barricada.

Procederam da mesma maneira que na anterior, porém esta não estava vazia. Quando os viajantes estavam na metade da travessia pela barricada orcs atacaram lançando lanças curtas na direção dos aventureiros.

Mas neste momento Ferius contra atacou lançando uma das bombas na direção dos orcs. Esta explodiu. Gritos guturais ecoaram pela Passagem. E a caravana acelerou o passo. Andaram o mais rápido que poderiam, devido às carroças que poderiam viram se a velocidade fosse muito grande.

Avançaram até um ponto em que havia uma curva à esquerda e onde a Passagem se tornava progressivamente mais larga.

Caminhando por essa parte do caminho viram à frente que algo como um sacerdote orc fala frases em orc, de maneira gutural, a sua frente havia um altar, possivelmente de pedra, no qual estava deitado um orc em transe. O sacerdote orc elevou acima da sua cabeça um punhal e o enterrou no orc à sua frente o qual soltou um grito. Haviam outros orcs em volta do altar, o que se fazia pensar que estavam realizando uma cerimônia importante.

Os aventureiros já iam passando por ali rapidamente, mas todos os outros orcs logo notaram os intrusos. Os monstros gritaram e avançaram na direção da caravana. Ferius se deixou ficar para trás e lançou as duas bombas que ainda tinha na direção dos orcs. Aquelas explodiram matando alguns orcs com o impacto. O fogo se alastrava queimando outros, enquanto isso muitos outros orcs gritavam: – Intrusos!! – Intrusos!! – Peguem eles!!

A caravana corria em um ritmo alucinado, até que à frente perceberam que a luz no ambiente se tornava mais clara, havia também um pouco mais de vento e então viram que estava se aproximando do final da Passagem do Orc Morto, mas de todos os lados, das reentrâncias das rochas e de trás deles era possível escutar os gritos de vários orcs, como se um grande exército havia sido desperto.

Depois de um pouco mais de marcha forçada estavam do lado de fora da Passagem.

Mas sem olharem para trás e sem muito menos descansarem seguiram caminho.

Aguardaram a noite cair totalmente para poder montarem acampamento.

Nesta noite não fizeram fogueira com medo dos orcs, comeram uma comida fria, mas a segurança falava mais alto. Além disso, montaram turnos de vigia durante toda a noite, mas nada de mal caiu sobre o grupo.

Pela manhã, após o desjejum, arrumaram suas coisas e seguiram viagem rumo à leste, buscando encontrar a Estrada Adbar.

Não demorou muito, após retomarem o caminho, que começaram a escutar um urro vindo do norte. Naquela direção era possível ver a borda de uma imensa floresta, à sua estava a continuação das Montanhas Rauvin e à frente (rumo a leste) era possível ver somente uma imensa planície.

O urro não parou até que os aventureiros avistaram um ponto negro se movimento na direção deles, o “ponto” foi aumentando de tamanho até que eles viram que se tratava de um urso negro.

O urso urrava e aparentemente estava faminto. Ele vinha em carga na direção da caravana.

A única alternativa era lutar.

Tanto Rurik quanto Ferius emparelharam seus cavalos ao lado do urso, golpeando ele com suas armas, era muito difícil para Rurik poder golpeá-lo com seus punhos então os aventureiros decidiram pular sobre o urso, atacando o animal de cima.

A luta foi relativamente dura, mas por fim conseguiram vencer o grande mamífero que se estatelou no chão com um último suspiro.

A caravana parou por alguns instantes, primeiro para descansar e se recuperar, tanto do susto como da luta, e depois para cortar partes do urso que poderiam comer.

Depois dessa parada continuaram seu caminho até a chegada da noite. Quando pararam e montaram acampamento. Fizeram uma fogueira para espantar o calor ou algum outro animal que poderia estar na espreita. O perigo dos orcs parecia distante.

Mas foi com o som parecido com chocalhos que a comitiva ficou atenta, mas mesmo que se esforçassem para olhar ao redor não viram nada.

Decidiram jogar uma tocha na direção do som e tentar ver o que ou quem estava fazendo aquilo.

E assim o fizeram.

Ao lançar a tocha a luz iluminou aquela criatura por cima durante o seu trajeto e depois por baixo quando ela caiu no solo. A luz bruxuleante ainda tornava a criatura mais grotesca.

 

O que será que estava espreitando os aventureiros? O que irá acontecer com a comitiva?

Veremos na próxima sessão!

 

Perdeu o início da campanha?

Clique aqui!

Anúncios

Responses

  1. […] de pararem para descansar, como dito no reporte de sessão 2, a comitiva avistou ao longe, na planície, dois viajantes a cavalo. Os grupo se aproximaram um do […]


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Categorias

%d blogueiros gostam disto: