Publicado por: Lourival Dias | 09/04/2012

[Reporte de Sessão 3] A Passagem do Orc Morto

Antes de pararem para descansar, como dito no reporte de sessão 2, a comitiva avistou ao longe, na planície, dois viajantes a cavalo. Os grupo se aproximaram um do outro e a caravana pode ver que se tratavam de dois homens vestidos com longas vestes de viagem e com capuzes. Ao se apresentarem e trocarem informações da estrada conheceram Firkan e Olson.

Firkan e Olson faziam parte de um grupo de magos que saíram de Sundabar para as montanhas Rauvin para treinamento, Firkan era o mestre e Olson um dos quatro aprendizes; porém o grupo passou por diversas situações difíceis pelas montanhas, perdendo três magos aprendizes. Agora, com fome, cansados e feridos vagavam por aquela planície procurando por um local de descanso, antes de encarar a viagem de volta para Sundabar ou seguir por outros caminhos que só o destino revelaria.

Assim, Firkan e Olson se juntaram à caravana.

Os viajantes pararam e montaram acampamento. Fizeram uma fogueira para espantar o frio ou algum outro animal que poderia estar na espreita. O perigo dos orcs parecia distante.

Mas foi com o som parecido com chocalhos que a comitiva ficou atenta, mas mesmo que se esforçassem para olhar ao redor não viram nada.

Decidiram atirar uma flecha incendiária na direção do som e tentar ver o que ou quem estava fazendo aquilo.

E assim o fizeram.

Ao lançar a flecha a luz iluminou aquela criatura por cima durante o seu trajeto e depois por baixo quando ela caiu no solo. A luz bruxuleante ainda tornava a criatura mais grotesca.

Era um esqueleto de urso-coruja!

Os aventureiros partiram para cima do monstro prontos para o embate. Eles tinham que se defender.

A batanha foi dura, Rurik e Safir caíram, tiveram uma grande perda, Olson, o discípulo de Firkan, morreu lutando contra o esqueleto.

Depois que o grupo estava para ter mais baixas o esqueleto de urso-coruja foi destruído.

Após este embate a noite continuou sem mais nenhum perigo, mas ainda assim os aventureiros montaram guarda.

Pela manhã, após o desjejum, os aventureiros seguiram viagem.

Finalmente avistaram à frente uma floresta, o limite oeste daquela floresta, segundo Safir, demarcava a Estrada Adbar. Avistaram, porém, próximo à estrada duas criaturas. Elas eram baixas e atarracadas, de coloração cinzenta, pareciam dois anões; a comitiva continuou a caminhar, quando mais próximos viram que não se tratava de anões, mas sim de duas criaturas parecidas com texugos, mas eram enormes. Eles ficaram em pé, sobre as pernas traseiras, por alguns segundos e então correram na direção da floresta.

Aquilo foi bastante estranho, pois aquelas criaturas não atacaram, mas fitaram bastante o grupo de viajantes. O que seriam aquelas criaturas? Batedores? Soldados? Não saberiam dizer.

Um terreno mais compactado, sem vegetação rasteira, foi visto à frente, algumas pequenas pedras foram colocadas em volta do que seria uma estrada para melhor demarcá-la. Era a Estrada Adbar, que seguia para o norte e se estendia para o sul.

Então a caravana partiu para o norte.

Enquanto caminhavam pela estrada criaturas pequenas, reptilianas, surgiram da floresta e atacaram rapidamente a caravana. Eram kobolds. Mas eles não queriam apenas ferir os aventureiros, eles buscavam entrar nas carroças e pegar o que pudessem carregar. Haviam uns 20 kobolds e alguns conseguiram subir nas carroças e pegar alguns utensílios. Durante o combate um anão caiu inconsciente e outro morreu atingindo por uma lança pequena lançada por um dos monstros.

Mas finalmente os aventureiros deram um fim naquelas criaturas. Exceto um kobold, que fora amarrado e feito refém por Firkan. Ele poderia ser útil e o mago tinha por objetivo tirar algumas informações daquele monstro.

Chegou a noite e os viajantes continuavam na estrada. Muito vento vinha do norte e o frio incomodava a todos. Pararam para descansar.

Pela manhã, um pouco antes do sol surgir, pequenos grunhidos foram ouvidos na direção da floresta. Mais kobolds? Provavelmente vigiavam o grupo, mas não houve ataque.

Neste momento a caravana já subia pelas Montanhas Ruathym, rumo à Cidadela Adbar. A comitiva ainda passou por duas caravanas de anões que desciam pela estrada elevada, estes passaram pelos aventureiros, cumprimentaram apenas com acenos de cabeça e seguiram viagem com olhares desconfiados, tristes e preocupados.

Safir fica preocupado com os kobolds, que poderiam ser a causa daqueles olhos, mas também se preocupava com os orcs que deixaram para trás.

Muralhas elevaram-se à frente do grupo. De cima delas soldados anões patrulhavam e observavam tudo o que se aproximava da cidadela. Haviam chegado à Cidadela Adbar. Os portões eram enormes e naquela hora do dia se encontravam completamente abertos. Muitos soldados anões estavam posicionados nas laterais destes. A cidadela era protegida por duas muralhas concêntricas idênticas.

Firkan escondeu o kobold em um saco para não ser perturbado pelos guardas. Mas não houve empecilho para a comitiva entrar na cidadela.

Uma vez dentro de Adbar Firkan se despediu do grupo, dizendo que estaria à noite na taverna Caneca Vazia, mas antes iria se reportar à sede arcana de sua ordem.

Os outros membros da comitiva, ao menos os que sobraram, foram procurar Kadrik, o comerciante que havia encomendado aquelas armas.

 

O que será que acontecerá daqui pra frente com os aventureiros? Veremos na próxima sessão!

 

Perdeu o início da campanha?

Leia os reportes de sessão antigos AQUI

 

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Categorias

%d blogueiros gostam disto: