Publicado por: Lourival Dias | 12/02/2016

[Reporte de Sessão] Call of Cthulhu: A Casa – Sessão 1

Call_of_Cthulhu_RPG_1st_ed_1981Era uma tarde nublada de setembro de 1920. Este conto ocorreu em Boston, Massachusetts, e o que naquele dia poderia ser um final de tarde tranquilo para o delegado Ted Mills provou ser o início de algo que mudaria para sempre a sua vida.

Após várias batidas à porta do escritório do delegado e a resposta para que adentrasse o recinto, um homem gordo, de rosto redondo, com um pequeno bigode e de suspensórios, ingressou e apresentou-se como John Cassway, proprietário de várias casas para alugar em Boston. Este comunicou ao delegado que estava tendo problemas com uma de suas casas, ninguém conseguia morar mais que alguns dias naquela casa. Logo ficavam doentes, perturbadas e se mudavam. Ele estava ali, diante do delegado em busca de ajuda, gostaria que o delegado descobrisse o que estava errado com a residência. Será que era bandidos na redondeza que incomodavam os locatários? Ou será que era alguma doença que estava inoculada na casa?

Ao ser questionado sobre os últimos moradores, Cassaway disse que fora a família Macario, porém tanto Vittorio, quanto Gabriela, estavam no sanatório de Roxbury. O motivo que os levara a sair da casa foi a loucura.

Então, despediu-se e entregou a chave para Mills.

Antes de qualquer ação Ted Mills se dirigiu ao sanatório Roxbury onde conhecia o psiquiatra, ou parapsicólogo como costumava se apresentar, o Dr. Chester Draeman. Este era conhecido do detetive, pois muitas vezes levara criminosos para a internação no sanatório.

Após uma longa conversa com o psiquiatra, conversa longa causada principalmente pela bipolaridade de Draeman, chegaram à conclusão que deveriam averiguar o que havia na casa que poderia estar causando essa série de enfermidades, tanto corporais quanto mentais.

Após alguns minutos chegaram na casa que ficava na rua Flexter, número 17. O bairro como um todo tinha poucas moradias particulares, possuindo uma grande quantidade de departamentos comerciais e muitos prédios em construção. A frente e a fachada da casa destoava de toda a paisagem, pois estava com o mato alto, as janelas estavam pregadas com várias tábuas cruzadas, trepadeiras subiam pela frente e laterais da casa. A casa exalava abandono.

Mills e Draeman adentraram à residência, Mills ia à frente com sua lanterna. A porta de entrada dava acesso para um corredor longo e estreito, haviam várias portas de ambos os lados do corredor, todas fechadas, o cheiro de mofo e de doença adensava-se no ar. Logo que os homens estavam no meio do corredor perceberam um gotejar do teto, um líquido vermelho e viscoso pingava a partir de uma poça no teto. Apesar do estranhamento seguiram adiante para verificar o que mais havia na casa.

Ao final do corredor haviam duas escadas, uma de cada lado, sendo uma que subia e outra que descia para algo como o porão; detetive e parapsicólogo se dividiram, o primeiro desceu para verificar o porão e o segundo fora para cima, para onde, provavelmente, ficavam os quartos.

As escadas rangiam ao pé de Draeman, ao chegar no primeiro piso notou um novo corredor à frente da escada, com várias portas e janelas. Adentrou na primeira porta que rangeu com o movimento, era um banheiro, porém lodo imperava neste cômodo. Vários pertences de várias pessoas estavam ali. Na pia haviam várias escovas de dente, várias toalhas estavam penduradas na parede e outras jogadas no chão e na banheira, esta última estava com água empoçada e verde, a torneira não parava de pingar. Tomou nota de que os ocupantes da casa saíram às pressas, sem se importar com seus pertences. O parapsicólogo saiu deste ambiente e quando já estava para abrir a maçaneta do segundo cômodo ouviu um barulho de tiro!

 

O detetive Mills descia as escadas que levavam para o porão. Os degraus rangiam e hesitaram quebrar sob o seu peso. Com bastante cuidado chegou ao cômodo. Após verificar a bagunça do local, ver que a parede de frente da escada era feito de madeira e que o chão era de terra batida, passou a se encaminhar para a porta que ficava abaixo da escada, ali provavelmete havia algum depósito que valia a pena ser analisado. Ao tentar abrir a porta não obteve resultado, a maçaneta estava emperrada, o jeito foi usar sua arma.

Atirou de encontro à fechadura, permitindo que a porta se abrisse revelando um depósito de carvão, porém há muito não utilizado. Não tardou para que o doutor Draeman descesse até o porão, assustado com o barulho de tiro.

Enquanto verificavam o porão ouviram sons de vozes, as vozes vinham lá de cima, provavelmente do primeiro andar, o que mais era estranho era que eram vozes de crianças brincando.

Os dois homens resolveram subir para o primeiro andar e ver o que estava causando aquele barulho, haviam crianças na casa? Decidiram investigar o segundo quarto a partir da escada, o mesmo que o parapsicólogo havia deixado para trás após o disparo. Ao entrar notaram que havia apenas uma cama e um armário. O parapsicólogo encontrou dentro do armário de um dos quartos um cartão com o nome e telefone de um tal Doutor Henry Armitage. O sobrenatural se fez presente novamente quando o detetive estava na janela e a cama, sem mais nem menos, moveu-se com velocidade impressionante em sua direção visando jogá-lo pela vidraça. Sorte de Mills que pode contar com anos de treinamento e pulou a tempo de se esquivar da cama. Alarmados resolveram sair do quarto, mas antes o doutor Draeman encontrou um pedaço de papel, ou pergaminho, com um desenho no mínimo curioso. Eram três Y que juntavam a região do “V” entre si com um olho no centro.

O terceiro quarto a partir da escada apresentava duas camas de solteiro, além de vários brinquedos espalhados pelo chão, provavelmente das crianças da família Macario. No quarto, e último quarto do andar, os investigadores encontraram uma cama de casal, com um armário, criados-mudo, e vários crucifixos pendurados pelas paredes, além de várias imagens de santos católicos. Nos criados-mudo haviam vários terços. Quem morou ali estava realmente com medo de algo.

Finalmente, decidiram deixar a casa e pesquisar mais sobre a imagem do olho que encontraram e sobre a casa em si.

Ted Mills procurou um antigo conhecido, o arqueólogo Herry Camford, que lecionava na Universidade de Boston, talvez ele teria algum conhecimento útil sobre aquele símbolo.

O símbolo atraiu a atenção do arqueólogo que decidiu acompanhar o detetive e verificar o que mais poderia ser encontrado naquela casa. O professor se dirigiu para casa e esperaria o detetive lá.

O detetive foi até a biblioteca da universidade atrás de algumas informações daquela casa, se é que seria possível encontrar algo. Encontrou uma série de informações em pedaços de jornal. Os textos a seguir foram encontrados por Mills:

 

BOSTON GLOBE, 1918

Em 1880, uma família de imigrantes franceses mudaram-se para a casa nº 17 da rua Flexter, Boston, Massachusetts, mas fugiram depois de uma série de acidentes violentos que deixaram os pais mortos e três crianças feridas.

 

BOSTON GLOBE

Em 1909 uma família italiana se mudou para a casa 17 em Flexter e imediatamente foi vítima de uma enfermidade. Em 1914, o irmão mais velho ficou louco e se matou com uma faca de cozinha e a família desconsolada se mudou.

Em 1917, uma outra família se mudou para a casa, mas saíram quase imediatamente quando todos ficaram doentes ao mesmo tempo.

 

Após a visita na biblioteca o detetive foi até o hospital falar com sua esposa, Lisa Mills, quem sabe ela poderia ter mais informações sobre os incidentes que ocorreram naquela casa?!

Ao falar com sua esposa ela logo lhe deu acesso a vários arquivos que faziam referência a casos envolvendo a casa. Folheando e estudando atentamente cada um daqueles arquivos verificou que várias pessoas chegavam no hospital doentes ou mesmo alucinadas. Várias dessas pessoas foram enviadas para internação no sanatório, sendo os últimos os patriarcas da família Macario. Apenas as crianças ficaram com parentes em Baltimore.

Finalmente, despediu-se de sua esposa e foi se encontrar com o doutor Draeman.

 

O parapsicólogo, pesquisou em seus livros e compêndios sobre o símbolo encontrado na casa, porém sua pesquisa não resultou em nada.

Ligou para o telefone do doutor Armitage, porém o mesmo não atendia já há muito tempo na cidade, a secretaria ainda não sabia para onde o doutor pudesse ter ido ou  mesmo não sabia dizer se tinha deixado a cidade ou não.

Um outro passo do psiquiatra foi visitar e conversar com Vittorio e Gabriela Macario e ver o que mais poderia obter de informação sobre a casa.

Gabriela estava na ala social, onde várias outras pessoas se encontravam internadas. Seu olhar era perdido e triste. As únicas informações que Draeman conseguira obter de Gabriela foi que ela sempre via um homem estranho em sua casa, esse homem era o mal encarnado, ele tinha chamas nos olhos, às vezes derrubava ou jogava pratos em Gabriela, mas sua ira se voltava mais contra o marido, Vittorio. Infelizmente a entrevista terminou com Gabriela cada vez mais perturbada e com gritos a plenos pulmões de terror e aflição. Havia, realmente, algo errado com aquela casa.

Vittorio Macario se encontrava em uma ala especial. Ele parecia perturbado quando o doutor adentrou para conversar. Sussurrando todo o tempo foi possível apenas entender que um homem maligno voltava a sua ira para Vittorio e o maior medo deste era que aquele homem viesse atrás dele.

 

Mills passou no sanatório para apanhar Draeman e então se encaminhariam para a casa, após conversarem um pouco sobre o que estava ocorrendo ali, resolveram dar uma passada no cartório para ter outras informações mais detalhadas sobre a casa. Por sua posição, o detetive não teve problema algum em ter acesso aos vários documentos da casa. Dentre eles os seguintes trechos merecem ser citados:

 

“Em 1835, um mercador próspero construiu a casa, mas imediatamente ficou doente e vendeu-a para o Sr. Walter Corbitt.”

 

“Em 1852, Walter Corbitt foi processado pelos vizinhos que fazem uma petição para forçá-lo a deixar a área em razão dos hábitos curiosos e do comportamento inoportuno.”

 

“OBITUÁRIO

O Sr. Walter Corbitt, mercador próspero de Boston, morre na data de hoje, 12 de setembro de 1866, em sua casa na rua Flexter.”

 

“Em 1866, um processo está sendo empreendido contra o Sr. Walter Corbitt que busca prevenir e impedir que o proprietário seja enterrado em seu porão. Com sua morte esse processo foi arquivado.”

 

“Reverendo Michael Thomas, pastor da Capela da Contemplação & Igreja de Nosso Senhor Concessor dos Segredos, foi o executor do testamento do Sr. Walter Corbitt.”

 

“[…] Em 1912 foi fechada a Capela da Contemplação […]”

 

“Pastor Michael Thomas, preso e setenciado a 40 anos na prisão por cinco acusações de homicídio em segundo grau, escapou da prisão em 1917 e fugiu do estado.”

 

Após a averiguação dessas informações no cartório partiram para casa.

O professor Camford há muito se encontrava na frente da casa. Após breves apresentações, os investigadores adentraram à casa.

Nada havia mudado. A poça vermelha continuava no meio do corredor. Mesmo com receio os investigadores subiram as escadas em rumo ao quarto em que encontraram o símbolo estranho.

Uma vez no quarto novamente os barulhos estranhos. Som de crianças brincando no quarto do meio. Mesmo com a porta aberta os presentes escutaram a corrida das crianças no corredor e seguindo pela escada para o térreo. Não demorou muito para ouvirem batidas na porta de entrada. Logo, uma voz feminina chamou por alguém. Todos desceram. Não havia ninguém lá fora. Um imenso barulho para o porão de coisas caindo chamou a atenção de todos. Seguiram às pressas para lá encontrando vários objetivos que eram guardados naquele cômodo espalhados pelo chão.

Foi aí que o sobrenatural se materializou diante dos olhos daqueles homens. Uma adaga, com o cabo trabalhando e bastante bonito, surgiu da bagunça e passou a flutuar no ambiente! Como se não bastasse a adaga partiu na direção dos investigadores visando unicamente a morte dos mesmos!

Apesar das tentativas em se esquivar ou de tentar se proteger com bolsas, todas foram em vão. A adaga atingiu a todos e então rumou para o térreo.

Nesse momento um som gutural encheu o ambiente e os ouvidos de todos! Um som horripilante que provinha da parede de madeira oposta à escada. Um som estridente e ao mesmo tempo fantasmagórico. Algo começou a tirar as tábuas da parede, até revelar uma criatura cadavérica, um ser que um dia, há muito tempo, fora humano, mas que estava decadente pelo tempo. Sua carne putrefata estava ressecada em vários pontos, o couro cabeludo já não mais existia e poucos fios de cabelo jaziam ali, as gengivas estavam à mostra e se soltava dos dentes, deixando estes com um aspecto alongado e vampiresco. A criatura continuou emitindo seu grunhido enquanto retirava tábuas suficientes para passar. Os investigadores estavam atônitos, não acreditando no que viam. Ficaram pasmos, só depois de muito tempo, quando a criatura já estava próximo a eles, conseguiram se mover e tentar combater aquele ser.

Tiros foram disparados pelo detetive, enquanto os outros tentavam correr. Então, aquele ser putrefato atacou com suas mãos, cujos dedos tinham as unhas tão grandes e afiadas que se comportavam como garras, acertando o arqueólogo no peito, rasgando-lhe a roupa e a carne! E em poucos segundos, enquanto Mills atirava e Draeman ajudava Camford a subir as escadas, os investigadores se viram fora da casa.

O doutor Herry Camford gritava de dor. Já não falava coisa com coisa quando chegou ao hospital. Dr. Lisa Mills fora logo informada do seu marido onde e como aquilo acontecera e esta se encarregou de providenciar o que fosse preciso para salvar a vida de seu amigo.

As convulsões vieram, o estado de saúde do arqueólogo só piorava…

 

John Cassway reapareceu no escritório do detetive Ted Mills algum tempo depois. Queria saber se o problema já havia sido investigado e solucionado, porém o detetive não teve muito o que dizer, mas que continuava a trabalhar no caso e que mais tempo seria necessário para que tudo fosse resolvido.

 

Passaram-se 46 dias, após o incidente da casa. Mills recebeu uma ligação do hospital, era sua esposa informando que o professor Camford havia acabado de sair de seu estado histérico. Faltara muito pouco para que o professor fosse transferido para o sanatório, mas enfim tinha recuperado a consciência. Após informar o doutor Draeman partiu para o hospital.

 

Estavam na enfermaria quatro pessoas. Detetive Mills junto com sua esposa Lisa, professor Camford ainda convalescendo, mas de certo deveras melhor e doutor Draeman. Todos conversavam sobre os acontecimentos da casa e que deveriam se preparar melhor e voltar ao local para por fim àquela história funesta.

Após acaloradas deliberações decidiram seguir os quatro para a casa, porém se armariam bastante antes de partir.

Alguns dias depois, ali estavam os quatro investigadores a postos na frente da casa na Rua Flexter. Era quase como um dever cívico destruir o mal que imperava naquela casa.

E novamente estavam dentro da casa. Resolveram que, antes de se dirigirem para o porão, deveriam verificar os cômodos do andar térreo. Por conta de todos os problemas que tiveram na casa não tiveram tempo ou mesmo não cogitaram essa averiguação.

Em um dos cômodos, que mais parecia um depósito, havia um armário velho, com as portas pregadas com madeira. Na frente deste armário, caído no chão, havia um livro de demonologia, o qual foi logo apanhado por Draeman. Forçaram as madeiras do armário e então pegaram os únicos dois objetos que se encontravam no mesmo, dois volumes de um diário de Walter Corbitt.

Em um outro quarto, doutor Camford encontrou coberta por um longo pano branco uma imensa cadeira, toda esculturada e com o símbolo estranho no encosto. Provavelmente era utilizada para fins do culto que tinha como característica mais palpável naquele momento o símbolo estranho do olho. Em baixo da cadeira o arqueólogo encontrou um pequeno pedaço de pergaminho antigo onde se liam as seguintes palavras:

 

“Um dos nossos mais célebres cultistas, Walter Corbitt, foi enterrado no porão de sua casa de acordo com seus desejos e com os desejos Daquele que Espera na Escuridão”

 

Realmente, pelo que o pergaminho dizia e pelo que haviam encontrado, aquela criatura poderia ser o próprio Walter Corbitt.

Após verificarem todos os cômodos se dirigiram para o porão. Com armas em punho e os corações em disparada, os investigadores desceram as escadas que rangiam a cada passada. Ao chegarem no porão viram ao longe, pelo buraco aberto na parede oposta, um altar de pedra com um corpo sobre o mesmo. O altar tinha entalhado na sua frente o símbolo estranho e o corpo acima da pedra era o da criatura que os haviam atacado. Walter Corbitt.

Não demorou muito, após os investigadores terem visto a criatura que jazia no altar para ela começar a se mexer e vocalizar o som de mal agouro.

Nesse momento os quatro começaram a atiram, com exceção do arqueólogo que começou a montar uma espécie de coquetel molotov com o frasco de bebida que trazia consigo. Assim que o aprontou lançou na direção da criatura, porém fora uma tentativa frustrada, pois atingiu a parede de madeira iniciando um pequeno incêndio. A criatura pouco se importou com o fogo e passou a caminhar cada vez mais rápido na direção dos invasores.

Após incessantes tiros não demorou para que a criatura tombasse, não necessariamente sem vida uma vez que há muito a mesma havia deixado aquele corpo, mas sem movimento.

Agora o maior dos problemas dos investigadores era deixar a casa antes de serem vítimas do incêndio.

Não demorou para que chamassem o corpo de bombeiros e estes apagassem o fogo.

Cada um dos investigadores foram para suas casas descansar. Por aquele dia bastava.

 

No outro dia bateu à porta do delegado o  dono da casa querendo saber o que aconteceu que atearam fogo à casa! Como assim? Ele queria resolver um problema e não criar um outro! Porém, com a maior calma do mundo, o detetive Mills lhe informou que não sabia do incêndio até a manhã daquele mesmo dia e que o problema fora solucionado. “Ratos” estavam infestando a casa… esse era o problema.

 

Após vários dias após o incidente várias questões ainda martelavam nas cabeças dos investigadores. Como um culto poderia existir sem que os mais célebres doutores tivessem conhecimento de tal prática? Ou mesmo como aquilo estava acontecendo a tanto tempo em Boston sem que eles suspeitassem? Será que haveriam mais células desse culto? E as pessoas que faziam parte do mesmo? Onde moravam? Onde estavam?!

Os compêndios iriam ser estudados. As provas e pistas iriam ser revistas. E quem sabe as explicações viriam…

 

Essa foi o primeiro contato desses investigadores com os Mitos de Cthulhu. Essas pessoas agora sabiam que não estavam sozinhas no universo e que, como diria Shakeaspeare, há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia.

 

Fim.

 

Por enquanto…

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